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Política/Reino Unido

Brexit :retoma da campanha após assassínio de deputada

Partidários do Brexit durante uma manifestação  em Londres. 04  de Junho de 2016.
Partidários do Brexit durante uma manifestação em Londres. 04 de Junho de 2016. REUTERS/Neil Hall

Quatro dias após o assassínio da deputada Jo Cox, a campanha para o Brexit,referendo através do qual os britânicos deverão decidir no dia 23 de Junho, se desejam ou não continuar a ser membros da União Europeia, retomou o seu curso. O primeiro-ministro britânico, David Cameron,na origem do citado escrutínio concede esta noite uma entrevista à televisão pública ,sobre o controverso referendo. Cameron é favorável à continuidade do Reino Unido no seio da União Europeia , mas os seus detractores o acusam de ter proposto o referendo, para apaziguar a ala eurocéptica dos Tories, Partido Conservador britânico.

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Domingo foi rezada em Birstall uma missa em memória da deputada Jo Cox, assassinada por um indivíduo pró-Brexit, ligado à grupos da extrema-direita britânica .A aldeia do norte da Inglaterra que durante quatro dias esteve em foco nos media do mundo, cedeu lugar novamente à campanha para o referendo sobre a permanência da Grã-Bretanha no seio da União Europeia. A morte de Jo Cox, pró-União Europeia, não mudou sensivelmente o equilíbrio da campanha, entre os partidários da permanência e os da retirada. A última sondagem realizada pelo instituto Survation para o semanário Mail on Sunday, revela que 45% dos britânicos são a favor da continuidade do Reino Unido na União Europeia, contra 42% que optam pela saída.

  O Sunday Times publicou neste domingo, outra sondagem em que os favoráveis à União Europeia vencem com uma pequena margem de 1%, ou seja 44% contra 43%. Contráriamente ao Sunday Times ,o Daily Mirror através de uma sondagem efectuada nos dias 15 e 16 de Junho, revela que os vencedores são os partidários do Brexit com 44%, contra 42%.

Numa tribuna publicada  domingo pelo Sunday Telegraph, o primeiro-ministro David Cameron, afirma nomeadamente que no dia 23 de Junho, os britânicos serão confrontados com uma opção existencial".

                    

 

 

 

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