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Convidado

Brexit debatido na cimeira europeia de Bruxelas

Áudio 20:34
David Cameron, primeiro-ministro britânico, (à esq.) com o Presidente francês, François Hollande, (à direita), na cimeira europeia, em Bruxelas, de 28 de junho de 2016.
David Cameron, primeiro-ministro britânico, (à esq.) com o Presidente francês, François Hollande, (à direita), na cimeira europeia, em Bruxelas, de 28 de junho de 2016. REUTERS/Francois Lenoir

No Convidado do dia, recebemos hoje, Guilherme Marques da Fonseca, economista português pela Universidade Católica portuguesa, doutorando e vice-Presidente, do Instituto Mises de Portugal.Os chefes de estado e de governo da União Europeia, reuniram-se, esta terça-feira, 28 de junho, em Bruxelas, numa cimeira extraordinária, para analisar e debater as consequências do Brexit, ou seja da saída do Reino Unido da dita organização europeia, como ditou o referendo britânico de 23 de junho.Para o economista português, Guilherme Marques da Fonseca, esta cimeira de Bruxelas, lida com um "suicídio democrático" que explica nestes termos:"Suicídio democrático ! Antes de mais esta cimeira de Bruxelas vai lidar com isto mesmo, um suicídio democrático, duma das democracias mais activas do mundo moderno.""O que vai ser tratado nesta cimeira de Bruxelas é basicamente, como lidar em bloco, como lidar em união, em União Europeia, contra ou em relação a esta saída."Mas o que sairá desta cimeira já é desenhável; portanto, já existiram mensagens subliminares de vários dirigentes por assim dizer da União europeia que já mostraram o que é que vai acontecer.""E o que vai sair daqui, (...) na melhor das hipóteses, aquilo que o Reino Unido obterá será um acordo, estilo Noruega, ou estilo Suíça, e o que é esse acordo? Paga-se uma anuidade (...) tem-se acesso ao mercado livre, um dos pilares básicos da União Europeia, mas não se tem um voto na matéria."

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