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Birmânia / Violência

Onda de violência na Birmânia

WIN MOE / AFP

Milhares de budistas, entre eles monges, manifestaram-se este domingo no em protesto contra a decisão governamental de reconhecer a comunidade muçulmana no Estado de Rakhine.

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As tensões comunitárias têm vindo a agravar-se nos últimos tempos no país, inclusive duas mesquitas foram saqueadas e destruídas por grupos de budistas na última semana.

 

As Nações Unidas têm vindo a apontar o dedo ao Governo da Prémio Nobel da Paz, Aung San Suu Kyi, devido à inacção do mesmo para evitar a perseguição contra a minoria muçulmana, que representa menos de 5% da população da Birmânia.

A violência sectária no país estalou em 2012 depois da violação e morte de uma mulher budista por três muçulmanos. Desde essa altura que se multiplicam os mortos e cerca de 140 mil muçulmanos permanecem, em condições precárias, em acampamentos de deslocados no oeste da Birmânia. São essencialmente da minoria 'rohingya', considerada pelas Nações Unidas como uma das mais perseguidas do mundo.

Oiçamos aqui a crónica de João Matos sobre esta tensão religiosa na Birmânia.

 

 

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