Acesso ao principal conteúdo

O Mundo condena o atentado de Nice

O camião utilizado pelo autor do atentado de 14 de julho de 2016 em Nice
O camião utilizado pelo autor do atentado de 14 de julho de 2016 em Nice REUTERS/Eric Gaillard

Os dirigentes mundiais já vieram condenar o atentado que causou pelo menos 84 mortos esta quinta-feira à noite em Nice, sul de França.

Publicidade

Reunidos na cimeira Europa-Ásia, na Mongólia, dirigentes de 51 países dos dois continentes condenaram este e outros "ataques terroristas covardes e cruéis".

O presidente da Comissão Europeia Jean-Claude Juncker que considerou que o facto de a França "ter sido atacada num dia de festa e de celebração nacional, durante um encontro popular e familiar, mostra-nos mais uma vez que é o nosso estilo de vida que está a ser atacado".

Também o presidente do Conselho Europeu Donal Tusk reagiu, via redes sociais, afirmado que "é um trágico paradoxo que os alvos do ataque sejam pessoas que celebravam a liberdade, a igualdade e a fraternidade". 

Do outro lado do Reno, a chanceller Angela Merkel assegurou que a "Alemanha está com a França no luta contra o terrorismo, juntamente com muitos, muitos outros países. Estou convencida de que venceremos apesar das dificuldades". O mesmo fez Theresa May, a novo líder governemental no Reino Unido, que se mostrou "chocada e entristecida por este ataque horrível"

Por seu turno, o presidente russo Vladimir Putin sublinha a necessidade de "uma união das forças da humanidade civilisada" ao passo que o chefe-de-Estado norte-americano Barack Obama condena "com firmeza o que parece ser um atentado terrorista hediondo" e solidariza-se com a França, o mais velho aliado dos Estados Unidos da América. Também os candidatos à sua sucessão, Hillary Clinton e Donald Trump, se solidarizaram com as vitímas desta tragédia.

Pelo mundo lusófono, o presidente português Marcelo Rebelo de Sousa denunciou um "bárbaro atentado" considerando que não pode deixar de chocar os que acreditam num Estado de direito democrático. O chefe-de-Estado luso espera que o presidente francês François Hollande mantenha a sua visita a Portugal que deveria começar na próxima terça-feira.

O Presidente de Cabo Verde, Jorge Carlos Fonseca, mostrou-se solidário com o povo francês consternado com o atentado em Nice. O chefe de Estado lembrou ainda a necessidade de se reunirem esforços ao nível internacional para lutar contra o terrorismo.

O primeiro-ministro Ulisses Correia e Silva declarou-se preocupado com a extensa comunidade cabo-verdiana residente naquela cidade francesa.

O Presidente cessante de São Tomé e Príncipe, Manuel Pinto da Costa, referiu-se ao atentado de Nice com um acto bárbaro e salientou a necessidade de agir de forma concertada para evitar a todo custo que episódios destes voltem a acontecer.

 

Página não encontrada

O conteúdo ao qual pretende aceder não existe ou já não está disponível.