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POLÓNIA

Polónia: Papa avistou-se com jovens

Papa acolhido em Cracóvia pelos jovens, 28 de Julho de 2016
Papa acolhido em Cracóvia pelos jovens, 28 de Julho de 2016 Reuters

O Papa avistava-se nesta quinta-feira, pela primeira vez, em Cracóvia com as centenas de milhar de jovens que participam nas Jornadas mundiais da juventude. O Padre Massiev Ndeque chefiou a delegação guineense ao evento que termina no domingo.

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Desde o anúncio feito em 2013 no Rio de Janeiro da realização desta Jornada mundial da juventude de Cracóvia em Julho de 2016 que os guineenses, como os demais peregrinos dos quatro cantos do planeta, se prepararam para acorrer à Polónia.

O Padre Massiev Ndeque chefiou a delegação de 20 jovens oriundos da Guiné-Bissau que se juntou ao evento.

E isto não obstante outros guineenses se terem deslocado à cidade polaca, provenientes de outros pontos da Europa como da Rússia ou de Portugal.

Ele descrevia a enorme ansiedade dos jovens por este encontro com o Papa na expectativa de ouvir a mensagem que o Sumo Pontífice lhes deveria transmitir.

O Papa Francisco visitara esta manhã o santuário mariano de Czestochowa, também no sul da Polónia, onde é venerada a estátua da Virgem negra.

O Papa que na altura tropeçara num degrau e caíra, mas sem gravidade, acabando por se levantar ajudado pelos padres que o ladeavam. 

Ele acabou por se deslocar em seguida de helicóptero até Cracóvia, tendo chegado ao recinto num eléctrico ecológico moderno branco e amerelo, cores da Santa Sé, com os emblemas do seu pontificado, da cidade e das Jornadas mundiais da juventude.

A Polónia que mobilizou mais de 40 000 homens para proteger as largas centenas de milhar de pessoas que se deslocaram até ao sul do país para participar num evento que fora lançado por um papa polaco, João Paulo II, em 1983.

Na chegada à Polónia o Papa apelara a que os polacos "ultrapassassem os seus medos" e a "acolher os que fogem da guerra e da fome" numa referência directa ao afluxo à Europa de refugiados.

Este que é um assunto delicado para Varsóvia já que o governo conservador de Beata Szydlo recusa acolhê-los utilizando argumentos de segurança para justificar tal posição.

 

 

 

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