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Iraque

Futuro de Mossul debatido em Paris

REUTERS/Azad Lashkari

As forças iraquianas afirmam avançar mais rapidamente que o previsto sobre a cidade de Mossul, um dia após o início da primeira fase da ofensiva para retomar o bastião do grupo autodenominado Estado Islâmico. As tropas apoiadas pelas milícias curdas e sunitas, assim como pela aviação norte-americana, prosseguem os bombardeamentos e os tiros de artilharia, em três frentes: a norte, sul e leste da cidade.

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A batalha para recuperar Mossul pode durar várias semanas, segundo a coligação internacional. Na segunda cidade do Iraque ainda vivem um milhão e meio de pessoas e a ONU teme que a localidade seja palco de um desastre humanitário e da fuga massiva da população. 

Para pensar o futuro político de Mossul, França vai acolher na próxima quinta-feira uma conferência que conta com a participação de duas dezenas de países. O encontro foi anunciado pelo chefe da diplomacia francesa, Jean-Marc Ayrault, que acrescentou que além de vencer a batalhar é necessário conquistar a paz. Para isso, é preciso criar condições para a paz duradoura, sem confrontos entre minorias ou milícias.

A conferência será presidida pelo ministro dos Negócios Estrangeiros francês e pelo seu homólogo iraquiano e terá François Hollande, presidente gaulês, na abertura.

Paris conta com cerca de 500 homens no terreno, que apoiam as forças iraquianas e curdas que combates em Mossul.

Esta manhã, Jean-Yves Le Drian, ministro francês da Defesa alertou para a possibilidade desta batalha de Mossul poder “durar semanas ou mesmo meses”.

Também o comissário europeu para a Segurança advertiu, esta terça-feira, que a Europa tem de estar preparada para um novo influxo de extremistas do autodenominado Estado Islâmico, caso as forças iraquianas recuperem Mossul, cidade bastião dos jihadistas.

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