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Exército sírio controla totalidade de Alepo

Exército sírio controla totalidade de Alepo
Exército sírio controla totalidade de Alepo

O exército sírio de Bashar al-Assad conquistou uma importante zona no sudeste da cidade de Alepo e neste momento controla cerca 90% das áreas que tinham sido tomadas pelos rebeldes. A informação é avançada pelo Observatório Sírio para os Direitos Humanos.

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Os rebeldes retiraram-se esta manhã de seis importantes bairros da cidade de Alepo face ao avanço galopante do exército de Bashar al-Assad. Segundo o ministério da Defesa da Rússia, 728 rebeldes entregaram as armas nas últimas 24 horas, enquanto mais de 13 mil civis deixaram os bairros controlados pelas forças anti-Assad.

Desde o início da ofensiva a 15 de Novembro 413 civis foram mortos na zona oriental de Alepo enquanto outros 140 foram mortos por tiros de morteiros rebeldes nos bairros ocidentais da cidade.

Palmira nas mãos dos jihadistas

Mas se o exército sírio ganha terreno em Alepo, a cidade de Palmira está de novo sob controlo dos radicais sunitas do grupo do Estado islâmico, depois de o exército sírio de ter retirado do sul da cidade. O Governo de Damasco confirmou que as tropas conseguiram evacuar cerca de 80 por cento dos habitantes de Palmira. Calcula-se que menos de mil pessoas ainda permaneçam na cidade declarada património mundial pela Unesco.

Troca de acusações

O Kremlin lamentou esta segunda-feira a ausência de cooperação dos Estado Unidos na luta contra os jihadistas do grupo do Estado Islâmico e acusou os norte -americanos de terem provocado a fuga do Iraque de grupos de terroristas que se instalaram depois em território sírio.

A França faz outra leitura da situação, o responsável pela diplomacia, Jean-Marc Ayrault, aponta o dedo a Moscovo e acusa a Rússia de fazer de conta que luta contra o terrorismo ao mesmo tempo que permitiu que Palmira voltasse a cair nas mão do grupo do Estado islâmico.

Entretanto uma delegação de três deputados franceses que pretendiam obter ajuda humanitária para Alepo estão bloqueados em Kilis, junto da fronteira turca com a Síria.

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