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Síria

Cessar fogo, evacuação ou humanitário em Alepo?

Civis e rebeldes sendo evacuados de Alepo oriental a 16 de dezembro de 2016.
Civis e rebeldes sendo evacuados de Alepo oriental a 16 de dezembro de 2016. REUTERS/Omar Sanadiki

Continua a haver contradições sobre a evacuação, os combates em Alepo leste, quase toda controlada pelo exército sírio, a Rússia propondo um cessar-fogo, mas a França que recorda os vetos de Moscovo às resoluções na ONU, sobre a Síria.

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O presidente russo Vladimir Poutine declarou esta sexta-feira, 16 de dezembro que "a próxima etapa" na Síria é um "cessar-fogo em todo o território", quando milhares de civis e rebeldes continuam ou não a ser a evacuadas ou países como a França que reclamam um corredor humanitário e ajuda alimentar.

"Há negociações intensas com os respresentantes da oposição armada nomeadamente graças à mediação da Turquia, declarou o presidente russo Putin, sublinhando: "Eu e o presidente Erdogan falámos ao telefone e chegámos a acordo sobre negociações de paz entre as diferentes partes no conflito".

Negociações que seriam organizadas pelo presidente turco, Erdogan, em Astana, capital do Cazaquistão.

Entretanto, na Síria há outras notícias controversas, apontando para uma suspensão da evacuação dos rebeldes de  Alepo oriental pelo Hisbolá, milícia xiita apoiada pelo Irão exigindo que os feridos sejam previament autorizados a deixar as duas cidades sitiadas pelos rebeldes no norte da Síria.

A saída dos civis e dos combatentes rebeldes, ainda no enclave urbana, símbolo da resistência ao regime do repsdente sírio Bashar al-Assad, com cada campo a acusar o outro lado.  

Um responsável sírio que supervisiona as operações reconheceu que não estavam terminadas e que a  evacuação estava suspensa.

Por seu lado, o ministério russo da defesa, anunciou que o exército sírio tinha retomado o controlo de todos os bairros orientais de Alepo, apesar de continuar a haver resistências esporádicas.

Por cá em França, o Presidente francês, François Hollande insistia numa evacuação dos civis e rebeldes, denunciando os massacres ao mesmo tempo que criticava a Rússia que quer pôr o seu veto a uma resolução da ONU, como fez no passado, sobre a ajuda humanitária às vítimas de Alepo.

Oiça aqui as declarações do chefe de estado francês.

 

 

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