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Estados Unidos

Trump contestado em marchas e aplaudido na CIA

Multidão de uma manifestações em Washington contra o novo Presidente americano Trump, aplaudido na mesma altura pela CIA
Multidão de uma manifestações em Washington contra o novo Presidente americano Trump, aplaudido na mesma altura pela CIA ©REUTERS/Bryan Woolston

Milhares de mulheres americanas desceram ontem às ruas de cidades americanas, nomeadamente, na marcha de Washington, contra a política do novo Presidente americano, Trump, que em contrapartida, era aplaudido no seu discurso na sede da CIA, em Virgínia. 

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Estava a ser preparada há semanas a marcha de 1 milhão de mulheres em Washington, contra Donald Trump, mas a própria organização declarou nos últimos que se contentaria com meio milhão de pessoas e depois da manifestação ninguém consegue dizer com rigor quantas pessoas manifestaram-se este sábado, 21 de janeiro, na capital americana.

Certos jornais e agências noticiosas afirmam que a marcha de Washington reuniu milhares de mulheres e mesmo 1 milhão, sem citar fontes oficiais como a polícia americana.

O certo é que a marcha de Washington teve lugar e anarquistas, radicais de esquerda e artistas como Madona ou Michael Moore ou o actor Robert de Niro, que chegou prometer uns murros a Donald Trump, repetiram os mesmos slogans de sexista e racista, contra o agora presidente dos Estados Unidos.

A marcha de Washington, foi replicada em várias cidades americanas, com mulheres e artistas da esquerda, denunciando um racismo de Donald Trump e dispostos a continuar com estas manifestações durante os primeiros 100 dias de governação do presidente americano, como reclama o esquerdista Michael Moore.

Também a lendária radical negro-americana, Angela Davis, assim como a militante associativa de origem palestiniana, Linda Sarsour, com ligações com radicais palestinianos, marcaram presença na marcha de Washington, que contou com financiamento do bilionário George Soros, apoiante de Hillary Clinton.

Houve também manifestações em Paris, Nairobi, Holanda ou Alemanha, contra um discurso xenófobo e sexista de Donald Trump, que segundo os manifestantes, quer implementar uma política anti-aborto e anti-imigrantes nos Estados Unidos.

Paralelamente, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, visitava a sede da CIA, em Virgínia, acompanhado pela sua equipa, onde fez um discurso reconhecendo o excelente trabalho dos serviços secretos americanos. Um discurso muito aclamado pelos agentes da CIA.

Trump prometeu regressar à sede da CIA, depois da confirmação pelo Senado da nomeação de Mike Pompeo, à frente dessa instituição de espionagem americana, muito criticada durante a campanha eleitoral.

Ainda no quadro das festividades de tomada de posse, houve ontem uma missa na Catedral Nacional de Washington, na presença do Presidente Donald Trump e esposa, mas também do vice-presidente Mike Pence, esposa, familiares e membros da administração americana.

Enfim, o dia de ontem, ficou marcado por uma declaração à imprensa do secretário para a imprensa, Sean Spice, a denunciar uma vez mais a imprensa depois que foi posta a circular uma notícia falsa segundo a qual, o Presidente Trump, tinha retirado o busto do reverendo Martin Luther King, da Casa Branca.

O jornalista que escreveu a notícia, retractou-se mais tarde no Twitter, pedindo desculpas, dizendo que na verdade o busto do autor do célebre discurso "Sonho viver um dia numa América multiracial onde todos são iguais perante a lei" estava tapado pelo corpo de um repórter durante a sua presença na Casa Branca.

O porta-voz da Casa Branca, prometeu entretanto, uma conferência de imprensa na segunda-feira, 23 de janeiro.

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