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Políca /Estados Unidos

Mundo reage à decreto anti-imigração de Donald Trump

O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Washington. 27 de Janeiro de 2017
O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Washington. 27 de Janeiro de 2017 REUTERS/Carlos Barria

O programa de acolhimento de refugiados que o Presidente Donald Trump decidiu suspender na sexta-feira, era consiedrado  pelos especialistas, como um dos mais generosos do mundo para as vítimas de conflito.O chefe de Estado americano decidiu anular temporáriamente a atribuição de vistos de entrada nos Estados Unidos à cidadãos de sete países muçulmanos, entre estes o Irão, a Síria e o Iraque. A sua decisão provocou reacções através do mundo, em particular nos Estados de maioria muçulmana.

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  Lutar contra o terrorismo e proteger a população americana, eis segundo o Presidente Donald Trump o objectivo do decreto visando impedir durante um período de quatro meses a entrada nos Estados Unidos de cidadãos oriundos da Síria, Iraque,Irão, Somália, Iémen, Líbia e Sudão.Donald Trump justificou a medida, alegando que entre os refugiados provenientes dos referidos países, muitos são tentados pela recurso à violência extremista.

 As reacções foram múltiplas através do mundo. Em nome da Turquia, o Primeiro-Ministro Binali Yildirim afirmou que a questão dos refugiados não será resolvida com a construção de "muros". Embora não tenha reagido explícitamente à supressão dos vistos de entrada nos Estados Unidos para os nacionais dos sete países muçulmanos,o Chefe de Estado iraniano, Hassan Rohani considerou que no mundo em que vivemos não há lugar para erigir muros entre as Nações. O Ministério dos Negócios Estrangeiros do Irão, prometeu que tomará medidas de reciprocidade à respeito dos cidadãos dos Estados Unidos que desejem visitar o país.

A Primeira-Ministra britânica, Theresa May recusou condenar a política de Donald Trump na matéria.Segundo os analistas uma das questões que teria  motivado o voto a  favor do Brexit em  23 de Junho de 2016, foi a imigração massiva de cidadãos da União Europeia  para o Reino Unido.  Quanto ao Presidente checo Milos Zeman, saudou a nova política de Washington, prevendo restrições à imigração de muçulmanos para os Estados Unidos. Segundo Zeman, "o Presidente americano protege o seu país, por isso ele preocupa-se com a segurança dos seus concidadãos. E é isso exactamente o que não fazem as elites europeias", disse o Chefe de Estado checo.

 Milos Zeman que manifestou o seu apoio à Donald Trump durante a campanha para a presidência dos Estados Unidos, já tinha qualificado de "invasão organizada" o afluxo de refugiados para a Europa, bem como considerado que era impossível integrar os muçulmanos nas sociedades europeias.

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