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Alemanha

Segurança internacional e a Nato debatidas na Alemanha

Secretário americano da defesa, Jim Mattis e secretário-geral da NATO, Jens Stoltenberg, em Bruxelas, a 15 de feveiro de 2017.
Secretário americano da defesa, Jim Mattis e secretário-geral da NATO, Jens Stoltenberg, em Bruxelas, a 15 de feveiro de 2017. REUTERS/Francois Lenoir

Em Munique, no sul da Alemanha, decorre a conferência sobre segurança internacional,  uma iniciativa que reúne dezenas de responsáveis mundiais, incluindo o muito aguardado secretário americano da defesa.

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Durante três dias, 17, 18 e 19 de fevereiro decorre em Munique na Alemanha, a conferência anual sobre segurança internacional na presença de representantes europeus, americanos e russos.

Este ano a conferência tem um dado novo que é a eleição de um novo presidente nos Estados Unidos, Donald Trump, que depois de declarar que a NATO é um instrumento obsoleto de segurança e defesa mundiais, mandou à conferência de Munique os seus vice-presidente e secretários de estado e da defesa.

James Mattis, secretário da defesa, evocou, em Munique, a emergência de 'um arco de instabilidade" na periferia do Velho continente e esforçou-se a dar garantias aos seus aliados, que temem uma desvinculação de Washington.

"Nós vemos todos que a nossa comunidade de nações está ameaçada em várias frentes quando "um arco de instabilidade se desenvolve na periferia e para além da NATO", declarou o chefe do Pentágono, em Munique, durante a conferência sobre a segurança.

O secretário americano da defesa, aproveitou ainda para dizer que a segurança da "América  está ligada de maneira permanente àquela da Europa", mas lançou umas farpas aos europeus, acrescentando:

"É justo que aqueles que beneficiam da melhor Aliança no mundo contribuam com a sua quota parte às despesas necessárias para defender as nossas liberdades".

Efectivamente, os Estados Unidos, contribuem com cerca de 23 por cento para o orçamento e missões da NATO, quando a Alemanha, participa com 14,6% a  França 10,6%, Reino Unidos, 9,8% e a Itália, 8,4%.

Para o general português, Loureiro dos Santos, os Estados Unidos, não podem abandonar os seus aliados europeus e parece que o Presidente americano já percebeu bem este factor.

 

 

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