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Filipinas

Terrorista semeia morte num casino de Manila

Imagem do ataque terrorista ao casino de Manila de 2 de junho de 2017 nas Filipinas
Imagem do ataque terrorista ao casino de Manila de 2 de junho de 2017 nas Filipinas REUTERS/Erik De Castro

Atentado terrorista num casino de Manila, capital das Filipinas, faz pelo menos 37 mortos e dezenas de feridos. Reivindicado pelos jiadistas do estado islâmico, as autoridades de Manila desmentiram, denunciando uma acção de propaganda de terroristas.

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Um desconhecido penetrou esta madrugada de arma em punho num Casino de Manila, capital das Filipinas,  e provocou um incêndio matando 37 pessoas, que sucumbiram por asfixia, e ferindo mais de 50. A Organização terrorista estado islâmico, reivindiciou logo o ataque.

A reivindicação publicada pelo seu órgão de propaganda, a agência Amaq, dizendo que o "irmão Abou Al Khair tinha infiltrado um encontro de cristãos e armado com uma espingarda de assalto semeou a morte e a humilhação antes de morrer como mártir."

Mas as autoridades filipinas não acreditam nesta narrativa propagandística e oportunista..

Manila evoca, para explicar o drama, um ataque a mão armada que terminou mal, tendo o conselheiro para a segurança nacional, Hermógenes, dito, que  não passava  de propaganda porque se o assaltante fosse um terrorista do estado islâmico não estaria mais preocupado em roubar dinheiro das caixas do Casino.

Por seu lado, o presidente filipino,  Rodrigo Duterte, decretou estado de sítio na ilha de
Mindanao e advertiu que o local corre o risco de se transformar num refúgio de terroristas jiadistas idos da Síria e do Iraque.

O ataque foi condenado a nível mundial, nomeadamente, Washington, Paris, Berlim ou Londres.

 

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