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PORTUGAL

Portugal: incêndios continuam a lavrar no centro do país

Ainda que o incêndio em Pedrógrão Grande já tenha sido dominado, outros continuam a lavrar em todo o território.
Ainda que o incêndio em Pedrógrão Grande já tenha sido dominado, outros continuam a lavrar em todo o território. ©REUTERS/Rafael Marchante

Ainda que o incêndio em Pedrógrão Grande já tenha sido dominado, outros continuam a lavrar em todo o território. A câmara municipal de Góis, no centro do país, está a ser o palco de um incêndio com duas frentes activas.

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Pouco a pouco, os incêndios começam a ser controlados em Portugal. O mais mortífero na história do país, que fez 64 mortos em Pedrógão Grande, foi dominado esta tarde. Além disso, algumas das estradas nacionais que tinham sido encerradas à circulação desde sábado, altura em que o incêndio começou a lavrar na região, voltaram a abrir.

Ainda assim, os bombeiros continuam a combater as chamas em várias localidades do país, contabilizando-se 8 incêndios ainda activos no conjunto do território.

Uma das localidades mais afectadas é a câmara municipal de Góis, onde um incêndio continua activo em duas frentes. No total, 160 pessoas tiveram que abandonar as casas devido à proximidade das chamas que ameaçavam várias aldeias. Registam-se 18 feridos ligeiros, entre os quais bombeiros que se aleijaram no combate às chamas. 

A presidente da Câmara de Góis, Lurdes Castanheira, afirmou que a "situação melhorou consideravelmente" mas que "não se pode afirmar que estamos fora de perigo porque há riscos de reacendimentos".

Causa dos incêndios ainda não apurada

Ainda que, de início, a pista criminal tivesse sido afastada, hoje voltou a emergir. Jaime Marta Soares, Presidente da Liga dos Bombeiros, disse em declarações à TSF que está convencido que o incêndio em Pedrógão Grande "teve mão criminosa".

Marta Soares rejeita a teoria segunda a qual o incidente terá sido causado por uma trovoada seca, dizendo que "que a trovoada foi bastante mais tarde que o início do incêndio, já o incêndio tinha grandes proporções quando ela começou".

Devido a estas suspeitas, a Polícia Judiciária portuguesa (PJ) decidiu convocar Jaime Marta Soares para que o Presidente da Liga dos Bombeiros revele todos os dados que têm à disposição para desenvolver a tese criminosa.

Confira aqui a declaração da presidente da Câmara de Góis, Lurdes Castanheira, um registo sonoro fornecido pela agência de notícias portuguesa, Lusa. 

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