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França / Ucrânia

Encontro Macron - Porochenko : A França apoia a Ucrânia

O Presidente francês, Emmanuel Macron​, e o seu homólogo ucraniano, Petro Poroshenko, à entrada do Palácio do Eliseu - 26.6.2017
O Presidente francês, Emmanuel Macron​, e o seu homólogo ucraniano, Petro Poroshenko, à entrada do Palácio do Eliseu - 26.6.2017 . REUTERS/Philippe Wojazer

O Presidente francês, Emmanuel Macron, recebeu hoje, em Paris, o seu homólogo ucraniano, Petro Porochenko. Em conferência de imprensa, após a reunião, o Presidente francês declarou que " a França não reconhecerá a anexação da Crimeia pela Rússia”, uma mensagem de grande importância para o Presidente ucraniano.

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O encontro entre os dois homens durou cerca de meia hora, durante a qual Emmanuel Macron reafirmou ao seu homólogo ucraniano a sua vontade de continuar o processo de paz de Minsk, e de tentar - por todos os meios - encontrar uma solução para o conflito, durante a reunião que terá lugar no final deste mês, ou no início de Julho, com a Alemanha, Rússia e Ucrânia.

Nesse encontro, a França espera que sejam tratadas "as condições prévias para fazer evoluir positivamente a situação, bloqueada há três anos : A retirada das forças perto da fronteira entre Rússia e Ucrânia, com uma presença da OSCE, ou com uma capacidade internacional para garantir a segurança, avançar no tema do bloqueio, e sobre os prisioneiros".

Acerca deste encontro entre o Presidente Macron e o Presidente Prochenko, oiça aqui o comentário da Professora Alena Visotskaya Vieira, Directora de Licenciatura e Mestrado em  Relações Internacionais, na Universidade do Minho, em Braga, igualmente especialista dos países da antiga União Soviética.

 "Estou mais optimista depois desse encontro", declarou o Presidente Petro Porochenko.

 O leste da Ucrânia está mergulhado num conflito armado, desde 2014, opondo separatistas pró-russos às forças leais a Kiev. A península da Crimeia foi anexada nesse ano pela Rússia.e o conflito já causou mais de 10 mil mortos.

 A União Europeia e os Estados Unidos impuseram sanções à Rússia, e exigem a aplicação dos acordos de Minsk, em 2015.

  

  

 

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