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Estados Unidos

Trump culpa os dois lados pela violência na Virgínia

O presidente de Estados Unidos, Donald Trump, responde sobre a violência em Charlottesville
O presidente de Estados Unidos, Donald Trump, responde sobre a violência em Charlottesville REUTERS/Kevin Lamarque

O Presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou na terça-feira, dia 15 de Agosto, que tanto os grupos de extrema-direita como os manifestantes anti-racismo foram culpados pelos protestos no Estado da Virgínia, no último sábado. Um posicionamento que provocou uma onda de reações, nomeadamente do antigo presidente americano, Barack Obama que denunciou o carácter racista das declarações de Trump sobre os incidentes em Charlottesville.

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Depois de Donald Trump ter condenado explicitamente os actos dos supremacistas brancos e o Ku Klux Klan pelos incidentes em Charlottesville, no fim-de-semana passado, na Virgínia, que provocaram três mortos e vários feridos. 

O presidente dos Estados Unidos voltou esta terça-feira voltou a culpar os "dois lados".

Eles avançaram uns contra os outros com bastões… foi uma cena horrível de assistir”, afirmou Trump aos jornalistas, acrescentando que os manifestantes anti-racistas, a quem chamou de alt-left, “vieram violentamente atacar o outro grupo”.

O Presidente disse ainda que "havia muitas pessoas no grupo [da extrema-direita] que não eram neonazis nem nacionalistas brancos e a imprensa tratou-os de forma absolutamente injusta”.

Esta declaração provocou uma onda de reações, nomeadamente do antigo presidente americano via Twitter. Barack Obama citou o ativista e antigo presidente da África do Sul Nelson Mandela : "Ninguém nasce a odiar outras pessoas devido à cor da sua pele, o seu passado ou a sua religião", lia-se na publicação de Obama, que mostrava também uma fotografia do ex-presidente dos EUA com crianças de várias etnias.

O 'tweet' foi publicado no domingo, 13 de agosto, um dia depois de Heather Heyer, de 32 anos, ter sido atropelada mortalmente por um supremacista branco enquanto protestava contra a extrema-direita em Charlottsville. Esta quarta-feira, a publicação de Obama tinha mais de três milhões de gostos e foi partilhada mais de um milhão de vezes.

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