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Espanha

Sagrada Família, cerimónia às vítimas dos atentados de Espanha

Basílica Sagrada Família de Barcelona, que homenageou, este domingo, vítimas dos atentados terroristas desta semana em Espanha
Basílica Sagrada Família de Barcelona, que homenageou, este domingo, vítimas dos atentados terroristas desta semana em Espanha RFI/João Matos

Cerca de 2.000 pessoas recolheram-se este domingo na emblemática Basílica Sagrada Família de Barcelona durante uma missa em homenagem às vítimas dos recentes atentados terroristas de Catalunha, Espanha, que fizeram, 14 mortos e uma centena de feridos. Presentes nas cerimónias, familiares das vítimas, autoridades religiosas e políticas do país e do estrangeiro.

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Uma cerimónia religiosa teve lugar, este domingo, 20, na Basílica Sagrada Família de Barcelona, em homenagem às vítimas dos 2 atentados de Catalunha, que fizeram esta semana 14 mortos e uma centena de feridos.

Personalidades religiosas e políticas nacionais, nomeadamente, o Rei da Espanha, Felipe VI, o primeiro-ministro espanhol, Mariano Rajoy e o Presidente regional da Catalunha, mas também internacionais, como o presidente português, Rebelo de Sousa e o seu primeiro-ministro, António Costa, para além de familiares das vítimas, estiveram presentes nas cerimónias da Basílica Sagrada Família.

O Cardeal de Barcelona, Juan José Omella, que celebrou a missa apelou os dirigentes da sociedade espanhola a serem "artesãos da paz", descrita como "o melhor alimento da vida".

Entretanto, a polícia espanhola, afina as suas investigações sobre os autores dos dois atentados de Barcelona e Cambrils, sobretudo, sobre o motorista da camioneta da capital catalã, Barcelona.

Está provado que os terroristas preparavam atentados de maior dimensão para provocar um grande número de vítimas, sobretudo, na região de Barcelona, cidade turística por excelência, onde há sempre multidões nas ruas e avenidas.

A polícia encontrou 120 botijas de gás e explosivos numa casa em Alcanar, arredores de Barcelona, alugada por 12 suspeitos, casa essa que foi destruída, por uma das bombas que estavam a preparar.

Foi esse incidente, aliás, que obrigou os terroristas a mudar de estratégia e levar a cabo o atentado de Barcelona, com carrinha, que fez 13 mortos, quando estava previsto um atentado para fazer mais mortos.

O "tipo de explosivos encontrado é do género utilizado por Daesh", declarou o chefe da polícia catalã, major Josep Lluis Trapero. Aliás, os 2 atentados foram reivindicados por Daesh ou estado islâmico.

Quanto ao motorista da camioneta de Barcelona, continua a monte, enquanto os 11 outros suspeitos foram presos. Mas a polícia, já tem informações mais precisas sobre o retrato do motorista, que estaria algures na província de Gerona, junto à fronteira com a França, onde, aliás, já poderia ter entrado.

Aperta, assim, o cerco em torno do motorista do atentado de Barcelona, que poderá cair bevemente nas malhas das forças policiais francesas ou espanholas, que vão dizendo, que de qualquer maneira, a "capacidade de acção da célula terrorista", de que fazia parte, um imã islâmico, Raja Miah, do bairro de Raval em  Barcelona "foi neutralizada".

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