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Coreia do Norte

Coreia do Norte disparou mais um míssil

Coreia do Sul, anuncia na televisão disparo de novo míssil da Coreia do Norte, a 15 de setembro.
Coreia do Sul, anuncia na televisão disparo de novo míssil da Coreia do Norte, a 15 de setembro. REUTERS/Kim Hong-Ji

A Coreia do Norte disparou esta manhã um novo míssiil que sobrevoou o território leste do Japão indo cair ao mar, após um percurso de 3,700 quilómetros; o conselho de segurança da ONU vai reunir-se de urgência ainda hoje. Moscovo e Paris já apelaram para negociações directas com a Coreia do Norte, que insiste em desenvolver o seu programa atómico.

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O regime norte-coreano de Pyongyiang, lançou, novamente, esta sexta-feira, 15 de setembro, mais um míssil contra o terroritorio aéreo do Japão, continuando assim com a sua provocação nuclear.

O míssil sobrevoou a ilha de Hokkaïdo, indo cair ao mar, a cerca de 2 mil km a leste das costas nipónicas, depois de percorrer 3,700 km, anunciou o governo japonês, durante uma conferência de imprensa o secretário geral governamental, Yoshide Suga.

"As provocações repetidas da Coreia do Norte são inadmissíveis e protestamos veementemente", declarou o secretário-geral do governo japonês.

A Coreia do Norte, reagia assim às sanções do conselho de segurança da ONU de há 4 dias dias.

Aliás, na altura o embaixador norte-coreano em Nova Iorque, declarou que nos próximos dias os Estados Unidos iam conhecer a fúria norte-coreana.

De notar que este míssil de hoje que atingiu uma altitude de 770 km e ao percorrer 3,700 km, demonstra que Pyongyang tem capacidade para atingir a ilha americana de Guam, como chegou a ameaçar.

Para um dos melhores especialistas da Coreia do Norte, o russo  Andrei Lankof, "a Coreia do Norte já é uma potência nuclear e já ninguem pode pará-la."

"Sabendo que a diplomacia não resolverá a questão pelo que poderemos estar a caminhar para uma segunda guerra coreana, o que será um desastre absoluto."

Em matéria de reacções, Paris e Moscovo já apelraram para negociações directas com a Coreia do Norte e estranhamente até ao momento, o presidente Trump, que tuítou sobre o atentado de londres, não reagiu sobre esta nova provocação da Coreia do Norte. A ver vamos.

 

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