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Sete milhões de iemenitas em condições próximas da fome

As pessoas caminham no local de um ataque aéreo na cidade noroeste de Sanaa, no Iémen.
As pessoas caminham no local de um ataque aéreo na cidade noroeste de Sanaa, no Iémen. ©REUTERS/Naif Rahma

Depois de as Nações Unidas terem apelado os sauditas a por fim ao bloqueio ao Iémen. Hoje, quinze organizações não-governamentais pediram o levantamento "imediato" do bloqueio ao Iémen, que dificulta as operações humanitárias no país.

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Em causa está a ajuda humanitária urgente a 21 milhões de pessoas, como indicou hoje o representante adjunto sueco das Nações Unidas, Carl Skau.

Há dois dias, as Nações Unidas apelaram aos sauditas para por fim ao bloqueio ao Iémen, onde quase sete milhões de pessoas vivem em condições próximas da fome.

Hoje, quinze organizações não-governamentais pediram o levantamento "imediato" do bloqueio ao Iémen, que dificulta as operações humanitárias no país à beira da fome, para evitar uma catástrofe humanitária.

O secretário-geral adjunto dos Assuntos Humanitários da ONU advertiu ainda que o Iémen enfrenta a maior fome dos últimos tempos, que poderá causar milhões de vítimas.

O bloqueio foi determinado depois de um míssil dos rebeldes do Iémen pró-iranianos ter sido interceptado perto do aeroporto internacional de Riade, capital da Arábia Saudita, no fim-de-semana.

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