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França / Prisões

França : A greve dos guardas de prisão vai continuar

Diante da prisão de Vendin-le-Vieil, uma barricada em fogo, feita de vários materiais  - 16 de Janeiro de 2018
Diante da prisão de Vendin-le-Vieil, uma barricada em fogo, feita de vários materiais - 16 de Janeiro de 2018 FRANCOIS LO PRESTI / AFP

A greve dos guardas prisionais franceses vai continuar amanhã, Sexta-feira, enquanto a hierarquia não responde às suas reinvindicações. Hoje, muitos piquetes de greve continuaram a impedir o acesso às prisões, com barricadas de de madeira, ou com pneus incendiados.

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A situação está longe de se desbloquear, pois os guardas prisionais franceses continuam à espera duma resposta clara da hierarquia penitenciária, ou do Governo.

Em causa estão as dificuldades desta profissão: Falta de meios, salários muito baixos, tensão extrema, provocações, e últimamente agressões cometidas por homens radicalizados.

Foi a agressão de três guardas por um prisioneiro jihadista, na prisão de Vendin-le-Vieil, na passada Segunda - feira, que esteve na origem dum movimento de greve.

Neste momento, 123 estabelecimentos carcerais franceses estão em greve, a vários níveis.

Hoje, os maiores sindicatos da profissão, UFAP-UNSA e CGT, assinaram um  documento comum, no qual pedem a continuação do movimento social. O texto chegou já às mãos da Ministrada Justiça, Nicole Belloubet, que o entregará ao Primeiro Ministro. 

As discussões entre os guardas prisionais e a administração penitenciária continuam, mas os guardas prisionais sentem-se cada vez mais em perigo, e exigem agora a distinção entre prisioneiros perigosos, e prisioneiros radicalizados. Estes últimos são cada vez mais numerosos, e extremamente perigosos e, como tal, deverão ser considerados diferentemente, argumentam os sindicatos.  

 

 

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