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Brasil

Brasil continua em choque com o assassinato de Marielle Franco

Marielle Franco, vereadora e activista da luta contra o racismo e pelos direitos LGBT.
Marielle Franco, vereadora e activista da luta contra o racismo e pelos direitos LGBT. Foto: Divulgação/PSOL

Uma    semana depois a morte da tiro em plena rua, no passado 14 de Março, de Marielle Franco, vereadora da Câmara Municipal do Rio de Janeiro e ícone da luta contra o racismo, a violência policial e a discriminação contra os homossexuais, a emoção continua viva no Brasil.

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Ainda na passada Terça-feira, milhares de brasileiros desceram nas ruas do Rio de Janeiro para exigir "justiça" pela morte da militante de 38 anos oriunda da "Maré", uma das favelas mais violentas da "Cidade Maravilhosa".

Uma semana depois de o seu veículo ter sido crivado de balas, continuam as interrogações. Segundo revelações da TV Globo, as balas que serviram para matar a vereadora provinham de um lote de munições adquiridas pela polícia federal em 2006. O governo, por sua vez, afirma que as balas utilizadas teriam sido roubadas há alguns atrás à polícia.

Além-fronteiras, a indignação é também perceptível. Francisco Assis, eurodeputado socialista português e presidente da comissão parlamentar para o Mercosul, denuncia uma situação altamente preocupante no gigante sul-americano e garante que são vários os eurodeputados a tentar pesar para que as autoridades brasileiras adoptem as medidas que se impõem para estancar a onda de violência.

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