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Iémen

Arábia saudita ataca rebelião huti em Sanaa no Iémen

Sanaa, capital do Iémen nas mãos de rebeldes hutis bombardeados pela Arábia saudita
Sanaa, capital do Iémen nas mãos de rebeldes hutis bombardeados pela Arábia saudita SANAA, YÉMEN

Dezenas de vítimas em bombardeamentos, ontem à noite em Sanaa, capital do Iemen, levados a cabo pela coligação árabe liderada pela Arábia saudita. As vítimas são ria sua maioria rebeldes hutis designadamente altas patentes mortos nos bombardeamentos da coligação vistos como um golpe duro para a rebelião.

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São pelo menos 50 mortos entre rebeldes hutis xiitas durante bombardeamentos ontem à noite da coligação árabe dirigida pela Arábia saudita em Sanaa, capital do Iémen.

Segundo vários meios de comunicação social sauditas entre as vítimas há altas patentes nomeadamente 2 comandantes da rebelião atacada duramente pela coligação árabe.

A operação foi considerada uma vitória, em todos os sentidos, porque provocou um duro golpe à rebelião e sua chefia reunida no ministério do interior em Sanaa.

Uma vitória porque foi bem preparada com os serviços de espionagem sauditas bem informados do local, da hora e da chefia da rebelião reunida no edíficio.

Analistas consideram ser uma das melhores operações levadas a cabo pela coligação, decapitando quase toda a chefia da rebelião, depois de ter assassinado recentemente o seu próprio chefe.

Recorda-se que a capital iemenita, Sanaa, está nas mãos dos rebeldes hutis, que já confirmaram, o ataque aéreo da coligação liderada pela Arábia saudita.

Os rebeldes disseram ter lançado hoje 8 mísseis, sobre o território saudita, como medidas de represália, com os sauditas a dizerem que intercepteram 4 deles na cidade fronteiriça de Jizan.

Foi em março de 2015 que a coligação árabe foi formada, liderada pela Arábia saudita para intervir no Iéme em ajuda do poder iemenita de Abd Rabbo Mansour Hadi e estancar o avanço dos hutis apoiados por Irão sobre Sanna.

A Arábia saudita permanece determinada e apostou na solução militar para eliminar os hutis pró-iranianos e acabar com este conflito que já fez 10 mil mortos e milhares de feridos, no Iémen. 

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