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Futebol

Mundial 2018: França e Croácia à conquista do troféu

Samuel Umtiti (direita), defesa francês, apontou o único golo frente à Bélgica na meia-final do Mundial 2018.
Samuel Umtiti (direita), defesa francês, apontou o único golo frente à Bélgica na meia-final do Mundial 2018. REUTERS/Lee Smith

Após um mês de competição, chegou a hora de decorrer a final do Campeonato do Mundo de futebol 2018. A França e a Croácia vão tentar chegar ao título mundial. De notar que a Bélgica arrecadou o terceiro lugar ao derrotar a Inglaterra por 2-0.

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A final deste Mundial 2018, que decorre em território russo, vai opor a França à Croácia, no Estádio Luzhniki em Moscovo. O duelo opõe os franceses, que já venceram a prova em 1998, aos croatas que vão disputar a primeira final num Campeonato do Mundo.

O selecionador da França, Didier Deschamps, disse que espera "serenidade, confiança e concentração" dos seus pupilos frente à Croácia:

É um grande prazer e um privilégio disputar esse tipo de jogo, pois não há nada mais bonito e mais forte do que uma final do Mundial. Há três palavras importantes: serenidade, confiança e concentração. É preciso uma boa mistura das três. Os croatas têm experiência nos clubes, são atletas já maduros e jogam juntos na seleção há muito tempo. Contudo, enfrentámos essa situação em todos os nossos encontros, com adversários que tinham mais experiência”, admitiu Didier Deschamps.

O selecionador da Croácia, Zlatko Dalić, dirigiu uma mensagem aos jogadores:

Aos meus jogadores, quero dizer-lhes: 'vão, joguem o vosso futebol, não se acanhem, não fiquem inibidos. Já não há mais pressão, não vou acrescentar pressão antes de um jogo destes. É simplesmente o momento mais alto da vida de cada um de nós. Estamos preparados para aceitar a derrota com dignidade, se tal acontecer. Vamos representar o nosso país da forma mais digna possível. Se não conseguirmos ganhar, vamos felicitar o adversário. Se ganharmos, seremos os mais orgulhosos. Estamos aqui para desfrutar", concluiu Zlatko Dalić.

A RFI falou com Xeka, médio português de 23 anos que actua no clube francês do Lille, que fez uma análise da final do Mundial:

"Eu acho que tanto a Croácia como a França são justos finalistas, mesmo se também acho que a Bélgica merecia mais. Acho que a Bélgica praticou melhor futebol, mesmo se era um futebol um pouco matreiro, em contra-ataque, mas os belgas lutavam com as armas que tinham. No entanto se estão na final, a França e a Croácia, é porque merecem os dois, e porque simplesmente venceram os jogos para estar lá. Dos dois, acho que quem merece mais é a Croácia do que a França, porque a França tem um lote de jogadores onde tem tudo, quer seja no banco quer seja no onze titular, sem contar com aqueles que não foram convocados. Quanto à Croácia, luta com o que tem, além disso perdeu um avançado logo no primeiro jogo, um avançado importante, o Kalinic que recusou ir para o banco, mas mesmo assim os croatas conseguiram chegar à final. Agora só digo que ganhe o melhor, desde que seja um bom espetáculo", afirmou o médio luso.

Recorde-se que a França vai disputar a sua terceira final, tendo vencido em 1998, em França, frente ao Brasil por 3-0, e tendo perdido em 2006, na Alemanha, frente à Itália por 5-3 na marcação das grandes penalidades após o empate a uma bola no fim do tempo regulamentar e do prolongamento.

Nestor Pitana foi o árbitro escolhido pela FIFA para apitar a final do Mundial 2018 entre a França e a Croácia. O árbitro argentino vai ser auxiliado por Hernan Maidana e Juan Belatti, ambos argentinos. Bjorn Kuipers, da Holanda, será o quarto árbitro do encontro.

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