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Médio Oriente

Breve trégua na fronteira entre Gaza e Israel

Cenário de destruição na faixa de Gaza após os bombardeamentos israelitas ontem, no 9 de Agosto.
Cenário de destruição na faixa de Gaza após os bombardeamentos israelitas ontem, no 9 de Agosto. REUTERS/Mohammed Salem

A fronteira entre a faixa de Gaza e Israel esteve calma na noite passada, após as partes alcançarem um acordo de trégua sob mediação do Egipto e da ONU, o que permitiu pôr fim ao recrudescimento da violência dos últimos dias naquela zona. Essa pausa, contudo, foi curta, um jovem socorrista palestiniano tendo sido mortalmente baleado pelo exército israelita no sul da Faixa de Gaza esta tarde.

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Depois de dois dias de violências, Quarta-feira e ontem, com activistas palestinianos a efectuarem um tiro de roquete de longo alcance contra o sul de Israel sem causar vítimas, e em resposta, os israelitas a bombardearem 150 objectivos no enclave, com um balanço final de 3 palestinianos mortos, entre os quais um bebé de 18 meses e 7 feridos do lado israelita, os mediadores do Egipto e da ONU tinham a esperança de ter conseguido estancar a escalada da violência.

Sinal contudo de que a trégua era ténue, Israel nao chegou a confirmar qualquer acordo e referiu apenas "responder à acalmia, com a acalmia".

Depois da retomada hoje das manifestações que decorrem desde 30 de Março na zona fronteiriça entre Gaza e Israel no intuito de reclamar o direito dos palestinianos de Israel a regressarem à sua terra de origem, eclodiram novos confrontos. Com a morte de Abdallah al-Qatati, socorrista palestiniano com cerca de 20 anos, ascende a perto de 160, o número de mortos palestinianos sob as balas israelitas desde o começo das marchas.

Perante esta situação, a União Europeia considerou esta tarde que Gaza e Israel estão "perigosamente próximos de um novo conflito".

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