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Revista de Imprensa

Imprensa destaca morte de Aretha Franklin, raínha do soul

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Primeiras páginas dos jornais franceses de 17 de agosto de 2018
Primeiras páginas dos jornais franceses de 17 de agosto de 2018 RFI

As primeiras páginas dos jornais franceses estão dominadas por questões de sociedade, política internacional e a morte da raínha do soul americano, Aretha Franklin. LIBÉRATION, titula, Aretha Franklin, Respect ! A raínha do soul morreu ontem com a idade de 76 anos. O Reino de Aretha Franklin foi o som e o seu soul, uma voz inscrita na lenda de dezenas de sucessos e que guindou bem alto as causas do feminismo e dos direitos cívicos, nota LIBÉRATION.  Aretha Franklin, gospel, soul e direitos cívicos, replica, LA CROIX.  Os seus primeiros passos foram dados nos coros de  igrejas e aos 9 anos já gravava os 2 primeiros discos sob a batuta do pai reverendo. Inspirou o grande sucesso Respect, de Ottis Redding, que adoptou como seu hino pessoal. Um hino de libertação, afirmação feminista e provocação sexual, o grito de uma mulher negra, o som duma época. Tornou-se um símbolo politico, um ícone dos direitos cívicos  e uma estrela mundial, nota LA CROIX.Por seu lado, LE MONDE, destaca, Aretha Franklin, a alma do soul, a raínha do soul, morta a 16 de agosto em Detroit no Michigan, recordando a sua passagem pelo Palácio dos desportos de Paris em 1977. Aretha Franklin, imperatriz das músicas da alma, filha de reverendo e admiradora de Ray Charles, encantou então o público parisiense, sublinha LE MONDE.Para LE FIGARO, é a voz do soul que se calou. Filha de um pastor e duma cantora de goslpel, a artista Aretha Franklin, ganhou 18 Grammies Awards e era considerada como uma das maiores intérpertes de todos os tempos. Morreu aos 76 anos, mas deixa muitos sucessos musicais nomeadamente com grandes vozes como Frank Sinatra, Elton John ou George Michael, acrescenta LE FIGARO.O soul perde a sua raínha, Aretha Franklin, relança L’HUMANITÉ, que, no entanto, faz o seu principal título, com atenção perigo, cultura de economia. Multiplicam-se os gritos de alarme em defesa da cultura, donde o estado sai com pezinhos de lã. Em relação à política internacional, a crise estalou na Turquia, escreve, LA CROIX. A crise monetária actual, agravada  pelas sanções americanas, traz à luz do dia as fraquezas estruturais da economia turca.A Turquia é um país muito dependente dos financiamnetos externos e apesar de um crescimento económico de 7,4%, quando esmiúçada encontra-se muitas fragilidades. Com a queda da moeda nacional, o poder de compra dos turcos ficou amputado pelo aumento dos preços e para  poder conservar um tal crescimento os turcos vivem endividados e acima das suas posses, nota LA CROIX.Venezuela: Maduro manda prender vários altas patentes militares, no quadro do inquérito sobre o atentado com drones de 4 de agosto. O Presidente Maduro denunciou um conluio da direita e reiterou que o atentado teve a marca de terroristas treinados por paramilitares colombianos, acrescenta LE MONDE.O mesmo vespertino, refere-se igualmente à África, e o Mali, onde o presidente Ibrahim Boubacar Keita, ganhou as eleições mas está enfraquecido. O presidente eleito tem pela frente o pesado fardo de unir os malianos e as comunidades, depois, que o seu adversário, Soumaila Cissé, contestou a sua derrota e apelou os malianos a levantar-se contra a ditadura da fraude.Enfim, uma nota futebolística, com L’ÉQUIPE, a destacar a continuação de transferências de jogadores nas varias equipas francesa, com incertezas em Nantes ou prioridade central de Lyon que para  reforçar a sua defesa está disposto a fazer o maior investimento da sua história, com a venda de 8 jogadores por um montante de 70 milhões de euros.

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