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Venezuela

Presidente da Venezuela confiante num país céptico

Presidente da Venezuela, Nicolas Maduro, anuncia grande mudança com novas notas do bolivar etapa primeira dum plano de relançamento
Presidente da Venezuela, Nicolas Maduro, anuncia grande mudança com novas notas do bolivar etapa primeira dum plano de relançamento Miraflores Palace/Handout via REUTERS

Entraram em vigor, esta segunda-feira, novas notas do bolivar, moeda da Venezuela, com o Presidente Maduro, a afirmar que é a primeira etapa de um programa de relançamento do país. Mas analistas e população duma maneira geral mostram-se muito cépticos.

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O Presidente da Venezuela, Nicolas Maduro, decretou, dia feriado, esta segunda-feira, para marcar a entrada em vigor de novas notas do bolivar soberano, primeira etapa de um programa de relançamento económico num país em crise.

As ruas da capital, Caracas, estavam praticamente vazias, com os estabelecimentos comerciantes e adminsitração pública encerrados e os transportes públicos paralizados. 

O Presidente Maduro, garantiu, que as notas do bolivar postas a circular é o ponto de partida de uma "grande mudança" no país. O valor da maior nota é de 500 bolivares (50 milhões de bolivares actuais, 7 dólares, no mercado negro). 

O socialista Nicolas Maduro, anunciou, que o seu plano, prevê que o Estado vai recuperar durante 90 dias o diferencial do aumento do salário mínimo para todas as micro e médias indústrias, sem avançar com precisões.

Mas analistas e economistas consideram inviável o programa económico do governo, que prevê um aumento de mais de 3.300% do salário mímino, que passa a ser de 7 dólares. 

Neste país rico em petróleo, o panorama económico é sombrio, devido a uma gestão sobretudo ideológica.

O défice eleva-se a 20% do PIB e a dívida externa é de 150 mil milhões de doláres, enquanto as reservas são apenas de 9 mil milhões de dólares.

Ninguém sabe o que vai acontecer nos próximos tempos, na Venezuela, mas para já, espera-se uma reação da Federação dos sindicatos, enquanto está marcada para amanhã, (21) uma greve geral e manifestações, a pedido da oposição.  

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