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ARÁBIA SAUDITA

Mulheres presas na Arábia Saudita

Mulheres caminham junto a um cartaz do rei Salman bin Abdulaziz Al Saud da Arábia Saudita em Riade.
Mulheres caminham junto a um cartaz do rei Salman bin Abdulaziz Al Saud da Arábia Saudita em Riade. © REUTERS/Faisal Al Nasser

Na Arábia Saudita o Ministério público acaba de pedir a pena de morte para cinco militantes dos direitos humanos, incluindo uma mulher. Esta está detida com o esposo desde 2015. Caso a sentença venha a ser aplicada será a primeira mulher a ser executada num caso destes que se prende com relatos de manifestações contra o governo.

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Também hoje cumpriam-se 100 dias após o encarceramento de várias militantes dos direitos das mulheres.

Desde Maio que estão encarcerados 12 militantes de direitos humanos, nomeadamente dos direitos das mulheres, sem culpa formada.

Pedro Neto, director executivo da Amnistia Internacional em Portugal comenta o caso e denuncia o paradoxo de ainda se manterem detidas mulheres que defendiam o direito de poderem conduzir, que entretanto foi concedido às sauditas.

A Amnistia Internacional denuncia a recente crise diplomática com o Canadá no caso do desrespeito dos direitos humanos na Arábia Saudita.

A ong apela a que os parceiros do reino saudita pressionem Riade para se pautar doravante pelo respeito dos direitos humanos e pela defesa da liberdade de expressão.

No início do mês o embaixador canadiano foi expulso na sequência de um tweet da diplomacia de Otava apelando à libertação dos militantes Raif e Samar Badawi.

O ministério saudita dos negócios estrangeiros acusou Otava de ingerência flagrante nos assuntos internos.

 

 

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