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Turquia/Arábia Saudita

Tensões aumentam em torno do caso Khashoggi

Jamal Khashoggi em Londres, a 29 de Setembro de 2018. Imagem de Arquivo.
Jamal Khashoggi em Londres, a 29 de Setembro de 2018. Imagem de Arquivo. Middle East Monitor/Handout via REUTERS

O regime da Arábia Saudita rejeita todas as acusações e ameaças, políticas ou económicas, no que diz respeito à morte do jornalista saudita Jamal Khashoggi. A Turquia tenta, quanto a ela, encontrar provas sobre o desparecimento.

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O jornalista crítico do regime da Arábia Saudita, desapareceu após uma visita ao consulado saudita em Istambul, na Turquia.

O Reino Unido, França e Alemanha já anunciaram um pedido de investigação ao que aconteceu, numa altura em que sauditas se juntaram aos investigadores turcos no terreno.

Os ministros dos Negócios Estrangeiros dos três países europeus querem identificar os responsáveis pelo desaparecimento de Jamal Khashoggi.

Nos Estados Unidos, o jornal The Washington Post, para o qual Jamal Khashoggi escrevia, lançou uma campanha para que o assunto não seja esquecido.

O Presidente norte-americano, Donald Trump declarou que o assunto é grave e até já falou com o rei Salman da Arábia Saudita. Este último afirmou que não sabe onde se encontra Jamal Khashoggi, no entanto a pressão aumenta em torno do regime de Riade.

Recorde-se que a 2 de Outubro Jamal Khashoggi entrou no consulado saudita para tratar de documentos para o seu casamento. Após onze horas à espera, a noiva de Khashoggi nunca o viu sair.

O Presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, já desafiou Riade a apresentar provas de que o jornalista saiu com vida das instalações consulares.

Entretanto, nesta segunda-feira 15 de Outubro, a polícia turca entrou nas instalações consulares e está a tentar encontrar provas sobre o desaparecimento de Jamal Khashoggi.

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