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Coreia do Norte

HRW denuncia violência sexual na Coreia do Norte

Vista panorâmica de Pyongyang, capital da Coreia do Norte.
Vista panorâmica de Pyongyang, capital da Coreia do Norte. Katie Garrod/Getty Images

A violência sexual contra as mulheres realizada por homens em posição de poder será tão comum na Coreia do Norte que passou a ser aceite como parte de vida quotidiana, indica a Human Rights Watch num relatório divulgado esta quinta-feira.

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"Chora-se à noite, sem se saber porquê" é o nome do relatório da Human Rights Watch que denuncia a violência sexual contra as mulheres na Coreia do Norte. O documento incide no abuso sexual por parte de homens em posições oficiais de poder e na ausência de resposta do governo perante estes casos.

O relatório utiliza pseudónimos, uma vez que todos os sobreviventes entrevistados mostraram preocupação sobre as possíveis consequências para os familiares na Coreia do Norte.

A Human Rights Watch insta o governo norte-coreano a reconhecer o problema da violência sexual a exija que a polícia investigue os casos independentemente da posição ou estatuto dos alegados autores e a penalizar os infractores.

A organização de direitos humanos defende a criação de condições que permitam a existência de denúncias anónimas sobre violência sexual por parte de funcionários do governo e a recolha estatística das queixas.

Por fim, a HRW Coreia do Sul, Estados Unidos, Japão, União Europeia, agências da ONU e organizações não-governamentais com presença na Coreia do Norte para pressionarem Pyongyang a realizar as reformas recomendadas no relatório.

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