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Música / Rennes / Lusofonia

Lusofonia marca encontro nas Trans Musicais

Américo Brito  e Arp Frique durante o seu concerto nas Trans Musicais de Rennes.08 de Dezembro de 2018
Américo Brito e Arp Frique durante o seu concerto nas Trans Musicais de Rennes.08 de Dezembro de 2018 L.Silva/RFI

Ponto  final para  mais  uma edição das Transmusicais  de Rennes, este ano  marcada pela vontade de  uma maior  visibilidade a  música  africana  do século  vinte  e um, bem como a sua  influência na  produção artisitca contemporânea. Durante  o evento, RFI  falou com a angolana  Pongo  e  com Américo  Brito de Cabo Verde, um dos cantores do projecto do solista holandês Arp Frique & Family.    

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Encerra neste domingo a quadragésima edição do festival Les Trans Musicales de Rennes, marcado por uma revisita da música africana como matriz da pop contemporânea. O evento foi uma vitrina, nomeadamente para a herança musical de Fela Anikulapo Kuti e pelas novas correntes da chamada neo-electronica.

Durante o festival que decorreu de 5 a 9 de Dezembro, RFI foi ao encontro da angolana Pongo, um dos destaques do cartaz, e do solista holandês Arp Frique cujo objectivo é resgatar o espirito da música de dança tocada por instrumentistas, versão “freak c’est chic”.

Américo Brito, oriundo de Cabo Verde, é um dos cantores a que Arp Frique recorreu para materializar o seu projecto e o espirito da festa.

Américo Brito que já tem uma longa carreira, é um artista familiar com múltiplos tipos de fusão .Ele contou-nos como veio a colaborar com Niels Nieuborg, ou seja Arp Frique & Family do qual um dos hits, actuais, é a composição “Nos Magia”, assinada por Nieuborg e Brito  e interpretada pelo músico e cantor de origem cabo verdiana.

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