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Brasil

Bolsonaro investido amanhã Presidente do Brasil

O presidente eleito do Brasil, Jair Bolsonaro toma posse este 1° de janeiro de 2019
O presidente eleito do Brasil, Jair Bolsonaro toma posse este 1° de janeiro de 2019 Foto: Rogério Melo/PR

Tomada de posse, amanhã, 1 de janeiro, do presidente eleito do Brasil, Jair Bolsonaro, na presença de vários chefes de estado, nomedamente, do presidente de Cabo Verde, igualmente na presidência da CPLP ou ainda do presidente português, Rebelo de Sousa. Esta investidura decorre também debaixo de um forte dispositivo de segurança e de críticas a Bolsonaro visto como defensor duma política  isolacionista.

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Recta final para a tomada de posse do presidente eleito do Brasil, Jair Bolsonaro, amanaã 1° dia do Ano de 2019, durante cerimónias nas quais participam vários chefes de Estado e de governo do mundo inteiro inclusivamente de Cabo Verde.

O Presidente caboverdiano, Jorge Carlos Fonseca, igualmente presidente em exercício da CPLP, comunidade de países lusófonos, marca presença.

A investidura do novo Presidente do Brasil, Bolsonaro, decorre, igualmente, sob um forte dispositivo policial e militar, tendo em conta, que têm circulado várias notícias relacionadas com tentativas do seu assassínio.

Desconhece-se o grau da veracidade destas informações, mas o facto, é que durante a campanha eleitoral, houve tentativa de assassinar Bolsonaro, que foi esfaqueado, tendo sido internado e operado várias vezes.

Jair Bolsonaro já prometeu que prestará juramento respeitando a Constituição e as leis votadas pelos parlamentares eleitos nas útimas eleições.

Mas o novo chefe de Estado brasileiro, já declarou igualmente que pretende "trabalhar em colaboração com outros países como os Estados Unidos, que têm uma ideologia semelhante àquela que defende", ele que é um grande admirador do Presidente americano Donald Trump.

A nível internacional, nomedamente, na Europa, muitos países e responsáveis políticos, ficaram preocupados com a eleição de Bolsonaro, e não confiam na política nacionalista que pretende pôr em prática.

Em Paris, o poder político, organizações de defesa dos direitos humanos e de um Planeta verde e ecologista, há um grande receio, que Bolsonaro, a exemplo de Trump, saia do acordo internacional, COP21 sobre as mudanças climáticas.

Também a imprensa francesa, critica a política de Bolsonaro qualificada de extrema direita e sobretudo a sua condição de capitão do exército e a presença no seu governo de 7 altas patentes nomeadamente generais, como o general na reserva, Hamilton Mourão, vice-presidente, investido também a 1 de janeiro.

O jornal francês, LIBÉRATION, denuncia por exemplo as "ideias delirantes" do chefe da diplomacia do Brasil, Ernesto Araújo, que chama de "Iluminado", por declarar que o Brasil trabalhará em estreita colaboração com Donald Trump o "unico chefe de Estado que com Deus tem poder para salvar o Ocidente".

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