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Brasil

Violência controlada mas preocupante no Ceará do Brasil

Polícia de Segurança controla suspeitos em Fortaleza, no Estado do Ceará, assolado por violência
Polícia de Segurança controla suspeitos em Fortaleza, no Estado do Ceará, assolado por violência REUTERS/Paulo Whitaker

10 dias após a violência em Fortaleza, capital do Estado do Ceará no Brasil, a polícia tem a situação controlada mas globalmente é ainda preocupante. Hoje o Ministério da Segurança Pública, transferiu mais 20 prisioneiros de cadeias do Ceará, donde partiram as ordens a bandos para incendiarem carros e edifícios públicos, em retaliação a novas medidas tomadas pelo Secretário de Segurança Pública local. 

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O Ministério da Justiça e da Segurança Pública do Brasil, anunciou esta sexta-feira a transferência de mais 20 prisioneiros de cadeias do Estado do Ceará, no nordeste, para  a prisão federal de Mossoró, na Ribeira Grande do Norte. Anteriormente já havia sido transferidos 15 presos.

Isto tudo no seguimento das novas medidas adoptadas pelo Secretário da Segurança Pública e Defesa Social, do Estado do Ceará, de reagrupar bandos nas cadeias que até agora estavam separados.

Bandos, ligados ao crime organizado e drogas, deram ordens, a seus seguidores bandidos no civil para retaliarem queimando carros, autocarros e danificando pontes e edifícios públicos, o que dura há 10 dias.

Até agora, houve cerca de 200 ataques, mas a polícia brasileira já prendeu 309 desses meliantes de Fortaleza, capital do Estado do Ceará, e doutras localidades das cadeias estaduais, donde partiram as ordens de violência.

São 4 grupos de bandos com ligações ao mundo do crime organizado que atiçaram esta violência de dentro das prisões: o PCP, Primeiro comando da capital, paranaense, o CV, Comando Vermelho, fluminense, a FDN, Família do Norte, amazoniana e o GDE, Guardiões do Este, da região do Ceará, segundo o jornal online, RenovaMídia.

Em entrevista à RFI, o politólogo brasileiro, Márcio André de Oliveira, da UNILAB, Universidade da Integraçao Internacional da Lusofonia Afro-brasileira, no Ceará, analisa a situação de violência local.

 

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