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Da Venezuela, de volta a Portugal

Áudio 09:13
Pessoas saindo da Venezuela pela fronteira com a Colômbia, ontem, 5 de Fevereiro de 2019.
Pessoas saindo da Venezuela pela fronteira com a Colômbia, ontem, 5 de Fevereiro de 2019. REUTERS/Carlos Eduardo Ramirez

A situação na Venezuela continua no impasse. Amanhã na capital do Uruguai, os membros do grupo de contacto composto por representantes de países europeus e de países latino-americanos devem encontrar-se para reflectir sobre estratégias para sair da crise de forma pacífica. Mas as notícias que chegam do terreno são pouco auspiciosas: ontem, um grupo de militares bloqueou a chegada de ajuda humanitária reclamada pelo autoproclamado Presidente Juan Guaidó, este último também recusando uma eventual mediação do Papa, conforme foi pedido por Nicolás Maduro.Paralelamente, muitos venezuelanos continuam a fugir do seu país, entre eles venezuelanos de origem portuguesa. Calcula-se que há meio milhão de portugueses na Venezuela. Desde o início da crise, em 2016, regressaram a Portugal uns 10 mil luso-venezuelanos de todas as gerações, essencialmente oriundos da Madeira, sendo que em Portugal continental, a zona de Aveiro que foi outro grande ponto de partida, é doravante um ponto de chegada.Crispim Rodrigues acolhe essas pessoas no seio da associação SEMA, Associação Empresarial Sever do Vouga, Estarreja, Murtosa e Albergaria-A-Velha.Ele próprio regressou da Venezuela em 1993.

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