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Cidade do Vaticano

Papa Francisco admite que há abusos de padres contra religiosas

Papa Francisco admite a 5 de fevereiro que há abuso sexual de padres contra religiosas
Papa Francisco admite a 5 de fevereiro que há abuso sexual de padres contra religiosas AFP / VATICAN MEDIA

O Papa Francisco, admitiu ontem de regresso dos Emirados árabes Unidos à Itália que há abusos sexuais de padres e bispos contra religiosas. Agressões sexuais que não se passam apenas na Itália, mas também em vários países africanos, latino-americanos, asiáticos, entre outros. O Sumo Pontífice, afirma, que vai dar combate a esse flagelo sexual na Igreja, mas é algo que se passa em todo o lado. 

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Ao admitir ontem que padres e bispos abusaram sexualmente de irmãs religiosas como "escravas sexuais", o Papa Francisco abriu um novo e sombrio capítulo nos escândalos sexuais que deitam abaixo a casa católica. 

Questionado ontem no avião de regresso dos Emirados árabes Unidos à Cidade do Vaticano, na Itália, o Papa Francisco, reconheceu que "padres e bispos" tinham cometido agressões sexuais contra religiosas.

Este fenómeno está em "todo o lado" mas está mais presente nalgumas "congregações e nalgumas regiões", acrescentou, o Sumo Pontífice.

"Houve sacerdotes e mesmo bispos que abusaram de religiosas.

E não é algo que tenha desaparecido por completo, ainda subsiste.

Há algum tempo que trabalhamos neste campo, suspendemos alguns clérigos, certos foram expulsos da Igreja.

Não posso dizer que em "minha casa isto não acontece", porque isto é uma realidade.

Se devemos fazer algo mais em prol disto ? Sim, devemos.

Temos vontade para tal ? Sim, mas é um caminho que já vem detrás."

Se o problema está presente em toda a Igreja cristã, nomeadamente, católica, é mais agudo e grave em África, Ásia ou América Latina. Assim abusos sexuais contra religiosas, foram denunciadas no Chile, Perú, mas também, na República democrática do Congo, Quénia e na Itália.  

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