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Nova Zelândia

Reacções a massacre de extremista em 2 mesquitas da Nova Zelândia

Pessoas em recolhimento no jardim botânico de Christchurch, após massacre de extremista contra muçulmanos
Pessoas em recolhimento no jardim botânico de Christchurch, após massacre de extremista contra muçulmanos REUTERS/Edgar Su

O extremista australiano que ontem matou 49 muçulmanos em duas mesquitas da cidade de Christchurch, em Nova Zelândia deixou o país em estado de choque e o seu acto continua a suscitar reacções em todo o mundo. A começar pelos neo-zelandeses que não compreendem que a carnificina tenha tido lugar na Nova Zelândia, sempre visto com um dos países mais pacíficos do mundo.

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Porque é que o australiano escolheu o nosso país, para levar a cabo a autêntica carnificina em duas mesquitas de Christchurch com as 49 vítimas muçulmanas em plena oração?, perguntam os neo-zelandeses. 

Antigo instrutor de fitness na Austrália rural, Brenton Tarrant, diz ter abraçado a ideologia neofascista por ocasião de viagens à Europa nomeadamente a Paris, invadidos por muçulmanos.

Ele foi claro no seu manifesto publicado no Facebook, ser um homem branco que cometeu os assassínios para salvar os brancos de invasores.

Sabe-se que o extremista australiano, Brenton Tarrant, esteve entre 2016 e 2017, na Croácia, em várias cidades, como Zagrebe,  Zadar, Sibenik et Dubrovnik, indicou um porta-voz da agência noticiosa neozelandesa, Hina. 

"As autoridades croatas trabalham para estabelecer que tipo de relações o extremista teve quando esteve na Croácia, disse por seu lado o primeiro-ministro croata, Andrej Plenkovic, à televisão nacional.

Também as autoridades da Bulgária estão a investigar sobre os motivos duma estada do australiano naquele país, em 2018, e informaram a Sérvia, Montenegro e Bósnia Herzegovina, sobre a presença nesses países em 2016 de Brenton Tarrant. 

A Itália, reforçou entretanto as medidas de vigilância para evitar no país uma carnificina semelhante àquela de Christchurch, declarou hoje o ministro italiano do Interior, e chefe da Liga da extrema direita, Matteo Salvini.

Brenton Tarrant, é acusado do assassínio de 49 fiéis muçulmanos em duas mesquitas foi de Christchurch, na Nova Zelândia.

Enfim, entre os familiares das vítimas muçulmanas o ataque de ontem é incompreensível e as palavras ficaram encravadas na garganta não conseguindo exprimir qualquer emoção enquanto na comunidade muçulmana há um sentimento de incompreensão e de revolta.

 

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