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Nova Zelândia

Nova Zelândia proíbe venda de armas utilizadas no massacre em 2 mesquitas

PM da Nova Zelândia, Jacinda Ardern proíbe venda de armas que terrorista utilizou para massacre de 15 de março
PM da Nova Zelândia, Jacinda Ardern proíbe venda de armas que terrorista utilizou para massacre de 15 de março New Zealand Prime Minister's Office/Handout via REUTERS.

Nova Zelandia, a primeira-ministra neozelandesa, anunciou hoje a proíbiçao de armas semi-automáticas que serviram para o terrorista,  Brenton Barrant, assassinar, friamente, na passada sexta-feira, 50 fiéis muçulmanos de duas mesquitas da cidade Christchurch, no sul do país. Paralelamente, a polícia anunciou ter identificado todas as 50 vítimas do massacre levado a cabo pelo terrorista australiano.

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A primeira-ministra da Nova Zelândia, Jacinda Ardern, anunciou hoje a proíbição de armas semi-automáticas e espingardas de assalto, numa altura que estavam a ser enterradas novas vítimas do terrorista supremacista branco que matou no dia 15 deste mês, 50 muçulmanos em duas mesquitas da cidade de Christchurch.

O terrorista australiano, Brenton Tarrant  filmou e transmitiu em directo no Facebook a carnificina dos 50 fiéis muçulmanos que rezavam nas duas mesquistas da pequena cidade do sul de Nova Zelândia.

A primeira-ministra, Jacinda Ardern, prometeu, imediatamente, apóa carnificina, um endurecimento da legislação que permitiu ao assassino comprar legalmente o arsenal de armas que lhe serviu para matar os muçulmanos das duas mesquitas.

Hoje, a primeira-ministra, veio reforçar que todas as armas semi-automáticas utilizadas no ataque terrorista de sexta-feira serão proíbidas.

É uma boa decisão, reagiu um dos fiéis, Kawthar Abulaban, de 54 anos, que conseguiu sair ileso do massacre, perguntando, porque é que devemos ter necessidade de tais armas nas nossas casas?

Enfim, a polícia neozelandesa declarou igualmente que foram identificadas todas as 50 vítimas mortais da carnificina o que vai permitir aliviar a frustração das famílias sabendo que nos costumes muçulmanos impõe-se que os mortos sejam enterrados rapidamente, geralmente, 24 horas depois do falecimento.  

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