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Venezuela

Juan Guaidó, inelegível pelo sistema Maduro na Venezuela

Juan Guaidó, declarado inelegível pelo regime do Presidente, Maduro, contestado pela comunidade internacional, excepto a Rússia
Juan Guaidó, declarado inelegível pelo regime do Presidente, Maduro, contestado pela comunidade internacional, excepto a Rússia REUTERS/Carlos Garcia Rawlins

Pressões do regime venezuelano do Presidente Maduro, contestado pela comunidade internacional, sobre Juan Guaidó, recorrendo a pretextos de que não declarou correctamente o seu património ao sistema fiscal. Uma estratégia para afastar Guaidó, declarando-o, inelegível, durante 15 anos. Guaidó e o grupo de contacto internacional para aquele país, reagiram denunciando a sanção. 

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O regime do Presidente da Venezuela, Nicolas Maduro, recorreu a uma artimanha contabilística para declarar inelegível, Juan Guaidó, presidente interino reconhecido pela comunidade internacional.

O poder em Caracas, sanciona Juan Guaidó com inelegibilidade durante 15 anos, com base no argumento de que ele fugiu ao fisco.

Guaidó não teria justificado nas suas declarações de património, algumas despesas no país e no estrangeiro com fundos provenientes de outros países.

"Ele realizou 91 viagens ao estrangeiro que custaram cerca de 94 milhões de dólares sem justificar a origem desses fundos", declarou o Controlador fiscal, Elvis Amoroso, que encaminhou o assunto para o Procurador-geral da República "exercer as acções correspondentes", sem dar mais precisões.

A oposição reagiu, imediatamente, denunciando, manobras de diversão do poder de Maduro e o próprio presidente interino, Juan Guaidó, declarou que a medida não passa duma "farsa" e acrescentou: "só o parlamento legítimo tem poderes para nomear um controlador," o que não é o caso de Amoroso, designado pela Assembleia constituinte, controlada por homens de Maduro. 

A nível internacional, o grupo de contacto internacional para a Venezuela, de vários países, nomeadamente, a França, condenou a medida tomada pelo poder contestado de Maduro. 

Também, Washington, condenou a sanção de Guaidó. O porta-voz do departamento de estado, Robert Palladino, qualificou a decisão do regime de Maduro de "ridícula", apelando, porém, a uma "solução pacífica e democrática da crise na Venezuela."

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