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Ucrânia

Incertezas marcam primeira volta das presidenciais na Ucrânia

Vista de Kiev, capital da Ucrânia, que vota este domingo na primeira volta de eleições presidenciais
Vista de Kiev, capital da Ucrânia, que vota este domingo na primeira volta de eleições presidenciais CC 4.0:Ivan Sedlovskyi

Os ucranianos votam hoje na primeira volta dumas eleições presidenciais marcadas por incertezas após 5 anos de guerra civil e 39 candidatos, nomeadamente, um comediante, sem experiência política que liderou as sondagens durante toda a campanha. O presidente Porochenko que se recandidata tem dificuldades enormes para convencer os ucranianos que estão contra o seu sistema de corrupção. 

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Cerca de 35 milhões de ucranianos votam hoje na primeira volta das eleições presidenciais que conta com 39 candidatos, entre eles o presidente cessante Porochenko desacreditado por escândalos de corrupçao e um actor cómico, Volodymyr Zelensky que dominou as sondagens durante a campanha.

Os ucranianos votam sem grandes esperanças no futuro, cansados por 5 anos de guerra civil no leste do país.

Petro Porochenko, que foi eleito em 2014, no começo da guerra com os separatistas  pró-russos que já fez 13.000 mortos, tem sérias dificuldades mesmo com o apoio de países ocidentais.

Efectivamente, nesta corrida presidencial, o presidente candidato, está longe atrás, do comediante Volodymyr Zelensky, 41 anos, professor de história que se tornou presidente numa série de televisão.

A fulgurante ascenção do actor cómico, Zelensky, traduz bem o descontentamento dos eleitores ucranianos em relação às suas elites mergulhadas em escândalos de corrupção e desiludidos após a revolta de Maidan, pró-ocidental e que serviu para eleger Porochenko. 

Mas o Petro Porochenko é acusado de não ter feito nada para acabar com a corrupção que pelo contrário cresceu com a sua presidência. Isto apesar de ter estabilizado a economia do país. 

Enfim, nesta longa lista de 39 candidatos presidenciais, destaca-se também, a ex-primeira ministra Ioulia Timochenko.

É pois uma primeira volta onde tudo pode acontecer, com os olhos já postos na segunda volta a 21 de abril, que será certamente poluída por negociatas para eleger um presidente entre os dois finalistas a sairem da votação deste domingo.

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