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Estados Unidos

Trump ataca Huawei grupo chinês de telecomunicações

Trump tem na mira Huawei, gigante chinês das telecomunicações ao proibir grupos americanos de utilizar componentes do estrangeiro
Trump tem na mira Huawei, gigante chinês das telecomunicações ao proibir grupos americanos de utilizar componentes do estrangeiro REUTERS/Dado Ruvic

A guerra comercial entre Washington e Pequim, chega ao sector estratégico das telecomunicações, com o Presidente Trump, a assinar um decreto proibindo empresas americanas de utilizar equipamentos desse sector vendidos por empresas estrangeiras. O gigante chinês Huawei, não está explícito, no decreto, mas toda a gente bem informada sabe que a táctica de Trump é essa. 

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Em plenas negociações e depois da retaliação da China, aplicando tarifas que atingem uma soma de 110 mil milhões de dólares a exportações americanas, à decisão de Trump de aumentar a taxa de 10% para 25% às importações chineses, eis, que o chefe da Casa Branca, avança para o sector das telecomunicações.

Efectivamente, nesta guerra comercial, Trump, avançou mais uma peça no tabuleiro do  jogo chinês Go, decretando que as empresas americanas estão proíbidas, por questões de segurança nacional, de utilizar componentes das telecomunicações vendidas por grupos estrangeiros.

O decreto presidencial americano, não explicita o nome do gigante chinês Huawei, ou o telemóvel G5, mas os analistas que acompanham esta guerra comercial entre os Estados Unidos e a China, já tinham falado nesta hipótese, tanto mais que Huawei, é sempre criticado pelos americanos e o próprio presidente Trump.

Huawei, é uma empresa de um sector das telecomunicações, ponta de lança da estratégia económica da China no estrangeiro.

Trump ataca na área comercial que melhor conhece

Homem de negócios e teórico de Negociações económicas, Trump, autor da Arte de Negociar, ataca estrategica e tacticamente, no sector que melhor conhece.

Trump, nunca escondeu que a China é uma inimiga que vem ganhando biliões de dólares, roubando propriedade intelectual americana nas anteriores administrações.

Com ele, sempre disse, que esta situação tem de mudar e o jogo tem de ser de igual para igual. A China, não pode exportar mais para os Estados Unidos do que importa do solo americano.

Mas, apesar de não ser citado, no decreto, Huawei, já percebeu também o jogo de Trump e denuncia "restrições irrazoáveis".

Pequim, advertiu hoje Washington, contra qualquer "atentado" nas relações comerciais.

Enfim, o próprio Presidente francês, Macron, entra na dança, dizendo que "lançar agora uma guerra tecnológica ou comercial não é apropriada".

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