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França

Dia D: Macron apela a "manter viva a aliança dos povos livres"

Os Presidentes Trump e Macron juntamente com as suas respectivas esposas esta Quinta-feira 6 de Junho de 2019 na Normandia.
Os Presidentes Trump e Macron juntamente com as suas respectivas esposas esta Quinta-feira 6 de Junho de 2019 na Normandia. REUTERS/Carlos Barria

Depois de Porthmouth, no Reino Unido, ontem, as cerimónias comemorativas dos 75 anos do desembarque de mais de 150 mil soldados aliados nas praias da Normandia durante a Segunda Guerra Mundial, prosseguiram hoje precisamente naquela zona do noroeste de França as homenagens com os Presidentes francês e americano, a Primeira-Ministra britânica e o seu homólogo canadiano.

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Colleville-sur-Mer, localidade costeira da Normandia, acolheu o acto central da série de cerimónias de homenagem às vítimas e aos sobreviventes do desembarque no dia 6 de Junho de 1944 de mais 150 mil soldados aliados, franceses, americanos, canadianos e britânicos que durante semanas combateram as tropas nazis até chegar no 25 de Agosto daquele ano a Paris e precipitar o fim de 4 anos de ocupação da França.

10 mil mortos e 75 anos depois, num discurso pronunciado junto do cemitério americano de Omaha Beach, perante uns 170 veteranos americanos da segunda grande guerra, o Presidente Donald Trump enunciou uma vibrante homenagem àqueles que outrora eram jovens soldados.

"Hoje recordamos aqueles que faleceram e honramos todos aqueles que combateram aqui mesmo na Normandia. Eles resgataram estes territórios para defender a civilização. Dirijo-me aos cerca de 170 veteranos da segunda guerra mundial que estão connosco hoje: vocês fazem parte dos maiores americanos que alguma vez existiram. São o orgulho da nossa Nação. Vocês são a glória da nossa República e agradecemos-lhes do fundo do coração", declarou o Presidente americano.

Por sua vez, ao agradecer a solidariedade dos aliados da França, o Presidente Macron apelou o presidente Trump a permanecer fiel aos compromissos do seu país.

"A América, caro Presidente Trump, que nunca é tão grande quanto no momento em que luta pela liberdade de outrem, que nunca é tão grande como quando se mostra fiel aos valores universais que defendiam os seus pais fundadores, quando há perto de dois séculos e meio a França apoiou a sua independência. Devemos mostrar-nos dignos da herança de paz que nos deixaram, dignos da promessa da Normandia. Nunca devemos deixar de manter viva a aliança dos povos livres", lançou o Presidente francês.

Durante estas cerimónias, o Presidente Trump e o seu homólogo francês deixaram provisoriamente de parte as suas diferenças de pontos de vista sobre várias matérias, nomeadamente o nuclear iraniano. Depois de uma conversa privada em Caen, ambos os dirigentes declararam-se esperançosos de reatar o diálogo sobre esta questão.

Mais pormenores aqui.

 

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