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México

México acredita na boa vontade de Trump sobre imigração ilegal

Presidente mexicano, Andrés Manuel López Obrador, 7 de junho de 2019 no México
Presidente mexicano, Andrés Manuel López Obrador, 7 de junho de 2019 no México REUTERS/Edgard Garrido

O México e os Estados Unidos estão a saudar o acordo que rubricaram na sexta-feira à noite e que hoje foi festejado num comício em Tijuana, na baixa Califórnia do México, pelo presidente mexicano, Andrés Manuel López Obrador. Enquanto o presidente mexicano agradece a boa vontade de Trump, democratas e imprensa americanos denunciam o método de guerra comercial do chefe da Casa Branca.

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Washington e México assinaram sexta-feira um acordo para resolver o problema da imigração clandestina, mas há divergências de pontos de vista, com uns a saudar o documento e outros a condená-lo.

O acordo foi este domingo comemorado num comício na cidade mexicana de Tijuana, na Baixa Califórnia do México, pelo Presidente mexicano, Andrés Manuel López Obrador, rodeado de governantes e governadores.

Para o chefe de Estado do México foi um bom acordo agradecendo a boa vontade do Presidente americano Donald Trump, acordo que beneficia os 2 países.

Por seu lado, o Presidente Donald Trump, escolheu como sempre Twitter, para escrever que com o acordo entre os 2 países, "ficam suspensas as taxas alfandegárias que deviam ser implementadas a partir de segunda-feira e em contrapartida o México concordou adoptar medidas fortes para estancar e eliminar a imigração ilegal que entra nos Estados Unidos."

"O México não se mostrava, até agora, cooperativo sobre a fronteira, mas doravante, temos a plena consciência, sobretudo, depois que falei com o Presidente mexicano, que ele vai cooperar e fazer o trabalho", sublinhou Trump.

Posição diferente tem os democratas que minimizam o acordo e denunciam as guerras comerciais permanentes do presidente dos Estados Unidos.

Também a imprensa, como o jornal New York Times, critica Trump, porque na verdade o México não adoptou nenhum compromisso concreto para controlar o fluxo de imigrantes da América central.

Recorda-se que o acordo foi assinado depois de ameaças de Trump aplicar a partir de amanhã, taxas alfandegárias de 5%, sobre os produtos mexicanos, caso o México não aceitasse lutar contra a imigração clandestina mexicana e de países vizinhos que entram nos Estados Unidos.

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