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França

Grande Armada de Rouen com presença Lusófona

Comandante do "Santa Maria Manuel" Artur Ribeiro à esquerda e comandante do "Cisne Branco" à direita, Adriano Marcelino Batista.
Comandante do "Santa Maria Manuel" Artur Ribeiro à esquerda e comandante do "Cisne Branco" à direita, Adriano Marcelino Batista. Liliana Henriques / RFI

Desde o passado dia 6 de Junho e até ao próximo Domingo, está a decorrer em Rouen, na Normandia, no norte de França, quase na foz do rio Sena, a 7ª edição da “Grande Armada”, uma mostra internacional reunindo 50 dos mais belos veleiros do mundo inteiro.

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Nesta edição desta mostra organizada de cinco em cinco anos que neste momento celebra 30 anos de existência, estão presentes 50 veleiros vindos de partes tão diversas como a Rússia, o México, o Brasil e Portugal, este último país sendo representado pelo “Santa Maria Manuela”. Conhecido por ser o “irmão gémeo” do navio-escola Creoula, foi construído nos anos 30 e, numa vida anterior, dedicou-se à pesca do bacalhau antes de enveredar há alguns anos nomeadamente para atividades de formação. Ao dar conta da sua satisfação por participar neste evento, o comandante do navio, o capitão Artur Ribeiro nota o “grande interesse da comunidade portuguesa radicada em França” em conhecer o veleiro.

A outra presença Lusófona da “Grande Armada” é o veleiro “Cisne Branco”. Navio-escola da marinha brasileira construído há uns vinte anos para comemorar os 500 anos da descoberta do Brasil, assinala a sua 3ª presença no evento. Ao fazer igualmente um balanço positivo da sua passagem por Rouen, o comandante do veleiro, o capitão Adriano Marcelino Batista, explica que o navio funciona também como “embaixada flutuante” do seu país.

Lançada em 1989, a “Grande Armada” de Rouen tem vindo a crescer ao longo dos anos. Apesar da tempestade Miguel que varreu o litoral atlântico de França no passado fim-de-semana, a organização refere ter tido uma forte afluência à mostra e espera alcançar os 7 milhões de visitantes até ao seu encerramento no Domingo. Uma oportunidade para este antigo porto da marinha mercante conhecida nos livros de História aqui em França, sobretudo por ter sido o lugar onde morreu a heroína nacional, Joana d’Arc, em 1431.

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