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Iémen

Iémen do norte e sul sob guerra violenta à procura de paz

Separatistas num tanque durante confrontos com forças governamentais em Aden no Iémen
Separatistas num tanque durante confrontos com forças governamentais em Aden no Iémen REUTERS/Fawaz Salman

Após cenas de violência da semana passada, a festa muçulmana de al-Adha parece ter contribuída para acalmar os ânimos no sul do Iémen, onde o chefe separatista, Aidarous al-Zoubaidi, afirma querer respeitar um cessar fogo e participar numa reunião de paz na Arábia saudita.

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Nenhum combate foi assinalado nas últimas 24 horas na grande cidade meridional de Aden, palco de confrontos mortíferos entre separatistas e forças governamentais.

Aliás, al-Zoubaidi, presidente do Conselho de transição do sul adoptou ontem à noite um tom conciliador.

Num discurso na televisão, afirmou que a violência foi provocada pelas forças governamentais e que os combatentes separatistas só tinham duas opções: autodefesa ou rendição e a liquidação da causa separatista".

 Aidarous al-Zoubaid, acrescentou que o campo adverso afirmou que queria "implementar um plano baseado no assassínio de líderes separatistas". 

Paradoxalmente, os soldados governamentais e os separatistas são aliados na coligação liderada pela Arábia saudita que combate desde 2015 os rebeldes hutis, apoiados pelo Irão e que controlam vastas regiões do norte nomeadamente a capital Sana.

Assim, o príncipe de Abou Dhabi, Mohammed ben Zayed, de visita à Arábia saudita considerou hoje que o diálogo era o "único modelo" para resolver os diferendos no Iémen. 

Uma reunião de paz  poderá ocorrer proximamente na Arábia saudita.

 

 

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