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Espanha

Incêndio em Grã Canária circunscrito, população realojada

Aldeia de Moya no centro da ilha de Grã Canária, 18/08/2019
Aldeia de Moya no centro da ilha de Grã Canária, 18/08/2019 REUTERS/Borja Suarez

Mantém-se o estado de alerta, mas está circunscrito o incêndio que deflagrou no sábado no centro da Ilha Grã Canária, onde devastou cerca de 12.000 hectares de zonas naturais protegidas e obrigou à deslocação de cerca de 10.000 pessoas.

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Apesar de circunscrito o incêndio, a Grã Canária continua em estado de pré-alerta, devido à subida de temperaturas prevista para a próxima semana, quem o diz é Maria del Mar Rodriguez é a directora do centro de cooperação com África da Cruz Vermelha Espanhaola em Grã Canária.

Esta organização colabarou activamente na assistência às populações afectadas com cerca de 350 voluntários, fornecendo três abrigos temporários e apoio em saúde psicológica e materiais a mais de 600 pessoas, que receberam camas, cobertores, kits de higiene e alimentos.

Mas desde esta quarta-feira (21/08) que está circunscrito o enorme, voraz e violento incêndio que deflagrou no passado sábado (17/08) na localidade de Valleseco, no centro desta ilha e alastrou às comunidades vizinhas, devastando cerca de 12.000 hectares de zonas naturais protegidas pela sua rica biodiversidade, que constituíam o pulmão verde desta ilha, que é a segunda mais turística do arquipélago das Canárias, situado no Oceano Atlântico frente à costa noroeste de África.

Foram evacuadas cerca de 10.000 pessoas, sem registo de qualquer vítima mortal, encerradas 20 estradas e as chamas chegaram a atingir 50 metros de altura nalguns lugares, mas até ao momento desconhece-se a origem do fogo.

Esta quinta-feira, dia em que o primeiro-ministro espanhol Pedro Sanchez visita a ilha, a quase totalidade das pessoas regressaram às suas casas, dado que as temperaturas baixaram e a humidade aumentou, o que facilitou a intervençao dos cerca de 1.000 bombeiros apoiados pelo exército e por 14 aeronaves e impediu as chamas de atingirem o Parque Natural de Tamadaba.

Em duas semanas esta ilha foi fustigada por três violentos incêndios, segundo a ministra da defesa espanhola Margarita Robles.

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