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Médio Oriente

Gaza em "Estado de alerta"

São numerosos os controlos em Gaza depois dos dois atentados de ontem contra as forças de segurança do Hamas.
São numerosos os controlos em Gaza depois dos dois atentados de ontem contra as forças de segurança do Hamas. REUTERS/Ibraheem Abu Mustafa

A faixa de Gaza encontra-se hoje em "Estado de alerta" depois da morte de pelo menos 3 polícias ontem em explosões em dois locais distintos que o Hamas, movimento que controla o enclave, qualificou de "atentados".

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De acordo com testemunhas, os acontecimentos que começaram por ser apresentados pelas autoridades como "ataques de origem indeterminada", poderiam ter sido atentados conduzidos por kamikazes circulando de moto. O ministério do interior do enclave, contudo, não confirmou esta tese, fontes próximas da investigação avançando que se privilegia a hipótese de ataques "salafistas", ou seja de grupúsculos radicais que contestam a autoridade do Hamas em Gaza com acções inspiradas nos métodos do grupo Estado Islâmico.

A confirmar-se esta eventualidade, estes poderiam ser os primeiros atentados-suicidas na Faixa de Gaza desde o 17 de Agosto de 2017.

Reagindo a estas ocorrências, Ismaël Haniyeh, chefe do bureau político de Hamas que controla a faixa de Gaza há mais de uma década, apelou à unidade argumentando que "os atentados visam sabotar a estabilidade de Gaza e servem apenas os interesses de Israel"... Israel que desde logo desmentiu qualquer envolvimento no sucedido.

Refira-se ainda que estes ataques aconteceram numa altura em que se tem verificado um recrudescimento da tensão entre palestinianos e israelitas, com tiros de roquetes a partir de Gaza e represálias por parte do Estado Hebreu no passado fim-de-semana, fazendo recear uma nova escalada da tensão num período sensível em que Israel está prestes a organizar legislativas no próximo dia 17 de Setembro.

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