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Mundo

Emmanuel Macron defende coragem para enfrentar desafios mundiais

Emmanuel Macron, na 74.ª sessão anual da Assembleia geral da ONU, em Nova Iorque.
Emmanuel Macron, na 74.ª sessão anual da Assembleia geral da ONU, em Nova Iorque. REUTERS/Carlo Allegri

Emmanuel Macron discursou esta terça-feira, pela terceira vez, na Assembleia-geral das Nações Unidas, em Nova Iorque. O Presidente francês apelou os homólogos a enfrentas as crises regionais que ameaçam a instabilidade mundial e exortou que encontrem coragem para construir a paz na Líbia, na Síria ou ainda no Golfo Pérsico.

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À margem da 74.ª sessão da Assembleia-Geral da ONU, as reuniões estão voltadas para o Irão. Emmanuel Macron avistou-se com Donald Trump e Hassan Rohani para os convencer a retomar o diálogo quanto ao acordo nuclear iraniano.

"Mais do que nunca é tempo de retomar negociações, não sou ingénuo e não acredito em milagres. Acredito, pois, na coragem de construir a paz. E sei que os Estados Unidos e o Irão têm essa coragem", apelou o Presidente francês.

Emmanuel Macron admitiu ainda que a França não está a conseguir responder às exigências climáticas e apelou os homólogos a agir colectivamente.

"Não digo que está tudo bem em França e que fizemos tudo bem, nada disso... mas se colectivamente não formos responsáveis, transparentes e não aceitarmos a coerência entre o que dizemos e fazemos, entre as nossas agendas comerciais e ambientais, nunca teremos bons resultados", admitiu.

Emmanuel Macron classificou o discurso de Greta Thunberg como sendo "radical", depois da adolescente sueca ter apresentado uma queixa à Alemanha, Argentina, Brasil, França e Turquia.

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