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Turquia

Presidente turco ameaça Europa com milhões de refugiados

Presidente turco, Erdogan, ataca curdos na Síria e ameaça Europa com refugiados
Presidente turco, Erdogan, ataca curdos na Síria e ameaça Europa com refugiados Turkish President Tayyip Erdogan speaks during an interview with

A a ofensiva do exército turco contra combatentes curdos continua no norte da Siria, enquanto os ministros dos negócios estrangeiros da União europeia se reúnem na segunda-feira na capital luxemburguesa para analisar a questão. Para já não tem havido consenso entre os países europeus sobre a adopção de sanções contra Ancara. 

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A ofensiva militar turca contra os combatentes curdos na Síria continua a suscitar preocupação e raiva no seio da União europeia mas até agora não há nenhum acordo de adopção de sanções contra a Turquia.

Este assunto vai ser debatido na segunda-feira na reunião dos ministros europeus dos negócios estrangeiros a decorrer em Luxemburgo.

"Precisamos de tempo. Queremos ver se a intervenção militar da Turquia vai continuar e qual a sua verdadeira dimensão", disse um diplomata interrogado sobre a incapacidade dos europeus chegarem a acordo sobre sanções contra Ancara.

Os dirigentes da União europeia, limitaram-se, até agora, a apelar Ancara a pôr fim à sua ofensiva contra os curdos norte da Síria.

E advertiram o presidente turco, Erdogan, contra as consequências humanitárias desastrosas que tal poderá ter e o ressurgimento do movimento terrorista estado islâmico. 

Presidente turco ameaça deixar passar para Europa milhões de refugiados

O presidente turco, Erdogan, respondeu ameaçando enviar para a Europa milhões de refugiados sírios que estão na Turquia, se a União europeia continuar a criticar a sua operação de segurança do seu país.

Assim, o exército turco, continua a avançar para o norte da Síria, mas, hoje, sofreu baixas, com 4 soldados mortos e vários feridos, por uma milícia curda aguerrida, desde o começo da ofensiva turca na quarta-feira.

Mas os soldados turcos já mataram 41 combatentes curdos e 17 civis desde o início das operações, que já provocaram igualmente 60 mil deslocados.

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