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Bolívia

Bolívia segue para segunda volta das eleições presidenciais

Mesa de voto na primeira volta das eleições presidenciais na Bolívia
Mesa de voto na primeira volta das eleições presidenciais na Bolívia REUTERS/David Mercado

Reina a incerteza na Bolívia diante da lentidão das autoridades eleitorais publicarem o resultado definitivo da primeira volta das eleições presidenciais de ontem. Washington apelou à transparência na contagem dos boletins de votos que foi suspensa e que colocaria à frente o Presidente candidato, Evo Morales, com 45% e o seu adversário, Carlos Mesa, abrindo caminho para uma segunda volta.  

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Washington apelou hoje as autoridades bolivianas a retomar a publicação dos resultados parciais das eleições presidenciais na Bolívia, que já prevêem uma segunda volta inédita para o presidente cessante Evo Morales.

Contados 84% dos boletins de voto Evo Morales está à frente com 45,28% dos votos e o centrista, Carlos Mesa, com 38,16 %, devendo os dois, disputar uma segunda volta a 15 de dezembro. 

"Os Estados Unidos acompanham de perto a contagem dos votos", pelo Tribunal Supremo Eleitoral, contagem que foi interrompida", escreveu na sua conta Twitter, o secretário de estado adjunto para a América Latina,  Michael Kozak.

"As autoridades eleitorais devem repor imediatamente a credibilidade e a transparência do processo eleitoral de forma a respeitar a vontade do povo boliviano", sublinhou, Michael Kozak. 

Candidato centrista denuncia manipulação e presidente candidato confiante  

Esta manhã, Carlos Mesa, denunciou à comunicação social "uma tentativa de manipulação que coloca em perigo a democracia" e apelou à "mobilização cidadã até ser conhecido o resultado final" da primeira volta das presidenciais.

Ontem à noite, a Organização dos Estados americanos, OEA, que teve no terreno uma centena de observadores internacionais tinha pedido contas ao Tribunal Eleitoral explicando as "razões da interrupção da contagem dos votos".

Enfim, no Palácio presidente, Evo Morales, declarou ter confiança no voto das zonas rurais para evitar uma segunda volta.

Para tal, o candidato à frente deve obter a maioria absoluta ou pelo menos 40% dos votos com 10 pontos de percentagem a mais do que o adversário em segunda posição.

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