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Europa

39 cadáveres encontrados dentro de camião no Reino Unido

39 cadáveres foram encontrados dentro de um camião numa zona industrial em Essex, no Reino Unido
39 cadáveres foram encontrados dentro de um camião numa zona industrial em Essex, no Reino Unido REUTERS/Peter Nicholls

Um camião com 39 pessoas mortas numa zona industrial em Essex, no Reino Unido. O condutor, um homem de 25 anos e de origem norte-irlandesa, foi detido esta madrugada.

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Passava da uma e meia da manhã (hora local), quando as autoridades foram chamadas ao parque industrial de Waterglade, na cidade de Grays, em Essex. À chegada, um cenário macabro: 39 cadavares dentro de um camião, entre os quais um adolescente.

O condutor do camião, um norte-irlandês de 25 anos, foi detido pelas autoridades por suspeita de homicídio, durante a madrugada. No entanto, não se conhecem detalhes ainda detalhes sobre o que terá levado à descoberta dos corpos.

Face à complexidade da investigação, as autoridades começaram por definir como prioridade a identificação das vítimas, ainda que, até ao momento, também não se saiba ao certo o país de origem de onde terá partido o veículo.

Inicialmente foi dito que o camião tinha vindo da Bulgária, sendo o governo do país confirmou, através de um comunicado divulgado pela embaixada da Bulgária em Londres, o registo do veículo em território búlgaro em nome de uma empresa “que tem como proprietária uma cidadã irlandesa”.

Mais tarde, a rádio búlgara BNR avançou, ao citar fontes não identificadas, que o camião foi registado a 19 de junho de 2017, saiu um dia depois e não mais voltou.

Entretanto, a Bélgica é também origem provável, sendo que o país já abriu, a pedido do seu procurador-geral, uma investigação para apurar ao certo tudo que se passou.

Até ao momento, contudo, a única certeza é a de que esta é já uma das maiores investigações relacionadas com um homicídio de que há memória no Reino Unido, pelo que a própria identificação dos corpos "possa ser um processo demorado”, disse ao início da manhã desta quarta-feira o superintendente Andrew Mariner.

Boris Johnson, primeiro-ministro britânico, também já reagiu à notícia, através da rede social Twitter, ao revelar-se “chocado” e garantindo trabalhar de perto com as autoridades de Essex. 

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