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BRASIL

Brasil: defesa de Lula pede libertação rápida

Apoiantes do antigo presidente brasileiro regozijam-se com a decisão do Supremo Tribunal em Brasilila a 7 de Novembro de 2019.
Apoiantes do antigo presidente brasileiro regozijam-se com a decisão do Supremo Tribunal em Brasilila a 7 de Novembro de 2019. REUTERS/Ueslei Marcelino

O antigo presidente brasileiro Lula da Silva poderá deixar brevemente a prisão. A justiça autorizou a sua libertação. Ele será um dos presos a ser libertados devido ao Supremo Tribunal ter preconizado nesta quinta-feira que aguardem em liberdade todos os arguidos que ainda não esgotaram todos os recursos legais.

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Cristiano Zanin, advogado de Lula, visitou-o hoje em Curitiba, no sul do país, onde o antigo presidente cumpre pena de 8 anos e 10 meses por corrupção desde Abril do ano passado, ele alega não haver nenhum motivo para que o seu cliente não fosse solto de imediato.

"Esperamos que a dra. [Carolina] Lebbos possa de imediato expedir esse alvará de soltura porque não há qualquer motivo para se aguardar qualquer outro ato. Pedimos para que haja celeridade tanto na apreciação do pedido, quanto à expedição do alvará de soltura", afirmou o advogado de Lula.

Cerca de 500 000 pessoas poderão ser abrangidas por este novo dispositivo, trata-se de pessoas presas após serem condenadas em segunda instância.

Zanin alega que Lula estaria "muito sereno".

O antigo dirigente do PT, Partido dos Trabalhadores, contesta a sua condenação a mais de oito anos de cadeia.

Segundo a justiça ele teria beneficiado de um apartamento em Guarujá, litoral de São Paulo, Sul do Brasil, oferecido pela empreitada OAS, em troca de favorecimento em contractos com a petrolífera Petrobras.

A libertação de Lula poderá vir a alterar substancialmente o xadrez político no Brasil.

O antigo presidente tem beneficiado de movimentos de apoio popular em prol da sua libertação.

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