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Chile

Piñera anuncia plano de saída de crise no Chile

O Presidente chileno Sebastian Piñera, no passado 21 Outubro de 2019 em Santiago do Chile.
O Presidente chileno Sebastian Piñera, no passado 21 Outubro de 2019 em Santiago do Chile. AFP Photos/Chilean Presidency/HO

Após mais de um mês e meio de crise social profunda no Chile, o Presidente conservador Sebastian Piñera anunciou um plano orçado em mais de 5 mil milhões de Dólares para incentivar a economia do país.

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No preciso momento em que o Banco Central Chileno anunciou um forte recuo da ordem dos 3,4% da actividade económica do país, o seu pior desempenho dos últimos dez anos, o governo colocou em cima da mesa mais de 5 mil milhões de Dólares, sendo que a maior fatia -3 mil milhões- deve ser dedicada ao aumento das despesas públicas no ano que vem.

Neste plano, o governo prevê ainda uma ajuda de quase 2 mil milhões de Dólares às pequenas e médias empresas, bem como 525 milhões de Dólares para gastos diversos, como a reconstrução do metro na capital que sofreu danos desde o começo da crise a 18 de Outubro.

De acordo com o executivo, este plano deveria criar 100 mil empregos suplementares, com base num aumento de 9,8% das despesas públicas em 2020 comparativamente ao ano corrente, sendo que o défice orçamental deveria atingir 4,4% do PIB.

Em paralelo com estas medidas, o Presidente Piñera anunciou a atribuição de um subsídio excepcional de cerca de 124 Dólares a 1,3 milhões agregados familiares, no intuito de atenuar os efeitos da crise que abala o país há mais de 6 semanas.

Desde o arranque do movimento que partiu de um protesto estudantil contra o aumento do custo dos transportes e que depois se transformou numa contestação generalizada contra as desigualdades sociais, dados oficiais apontam que pelo menos 23 pessoas morreram, das quais pelo menos 5 no âmbito da repressão policial, e mais de 2 mil outras ficaram feridas.

ONGs de defesa dos Direitos Humanos como a Amnistia Internacional têm denunciado violações dos Direitos do Homem por parte das forças policiais durante os protestos, acusações desmentidas pelo executivo chileno.

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